Visita oficial e parentesco inesperado
O Rei Charles III está em Washington, DC, acompanhado da Rainha Consorte Camilla, para uma visita oficial à Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe o monarca em um momento em que autoridades britânicas evitam o termo “relação especial”, preferindo “relação de longa data”. Durante a viagem, um detalhe inesperado tornou o cenário ainda mais delicado: Charles e Trump possuem um parentesco distante, ambos descendentes de um nobre escocês do século XVI.
Reação do monarca
Segundo fontes do Radar Online, Charles teria ficado “enojado” com a informação. “Houve um grau de desconforto com a descoberta, não por causa da conexão histórica em si, que não é incomum, mas porque Charles basicamente detesta tudo que Trump apoia. Ele está, francamente, enojado de saber que eles têm qualquer conexão”, afirmou uma fonte. O monarca odeia a política internacional de Trump, sua política ambiental, seus comportamentos e sua personalidade, mas até mesmo ele enxerga o humor em ser parente de alguém que odeia.
Origem do vínculo
A origem do parentesco remonta a John Stewart, descendente do rei James II da Escócia. A conexão genealógica também envolve a mãe de Trump, Mary Anne MacLeod, ligando-o à árvore familiar da Casa de Windsor. Especialistas destacam que esse tipo de ligação não é incomum, considerando as antigas linhagens europeias e as migrações para a América do Norte.
Admiração de Trump pela realeza
Apesar da reação atribuída a Charles, Trump já demonstrou admiração pela realeza britânica. Ele descreveu o rei como “um bom homem” e um “guerreiro”, além de elogiar Elizabeth II: “Eu tive uma boa relação com ela. Ela era inacreditável. Eu gostava dela e ela gostava de mim”.
Evento na embaixada
Durante a visita, o prestígio da monarquia ficou evidente em um evento na embaixada britânica em Washington, que reuniu cerca de 600 convidados para um chá. “Um convite para um chá com o Rei foi um dos ingressos mais caros de Washington. Isso reflete não só o prestígio da presença do monarca, mas o fascínio duradouro que a tradição cerimonial britânica tem globalmente”, disse uma fonte. “Diante de toda a cuidadosa linguagem que agora está sendo usada pelos oficiais para descrever a aliança transatlântica, momentos como esse reforçam uma realidade mais profunda. Por baixo da retórica, a conexão entre o Reino Unido e os EUA têm um caráter distinto, moldado pela história, cultura e influência compartilhada que continua tornando o laço especial, apesar do que os críticos dizem”, acrescentou.



