Homem de 52 anos é preso suspeito de estuprar a neta de 9 anos em Manacapuru
Preso suspeito de estuprar neta de 9 anos em Manacapuru

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu um homem de 52 anos suspeito de estuprar a própria neta, uma criança de 9 anos, no município de Manacapuru, localizado no interior do estado. A prisão preventiva foi cumprida na comunidade Bela Vista, situada na zona rural da cidade. O nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades.

Detalhes do crime

De acordo com as investigações, o homem teria se aproveitado de um momento em que a vítima estava sozinha e vulnerável para cometer o abuso. Ele teria utilizado violência física e ameaças para coagir a criança a não contar sobre o ocorrido. A delegada Joyce Coelho, responsável pelo caso, afirmou que o suspeito determinou que a neta permanecesse em silêncio, ameaçando-a para que não relatasse os fatos a ninguém.

Consequências para a vítima

Após o crime, a criança apresentou forte abalo emocional, com sintomas como choro constante, dificuldade para dormir, perda de apetite e sofrimento psicológico significativo. Somente depois de algum tempo, ela conseguiu relatar o ocorrido à genitora, que imediatamente procurou a polícia.

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Prisão preventiva

A delegada Joyce Coelho explicou que, devido à gravidade do caso e à vulnerabilidade da vítima, solicitou à Justiça a prisão preventiva do suspeito. O pedido foi aceito pelo Poder Judiciário, e a ordem de prisão foi cumprida nesta segunda-feira (data não especificada).

Declaração da delegada

“Os crimes dessa natureza são tratados com prioridade pela Polícia Civil. É importante que sejam denunciados imediatamente para garantir a responsabilização dos autores e a proteção integral de crianças e adolescentes”, completou a delegada.

Enquadramento legal

O suspeito vai responder pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, que pode resultar em pena de reclusão de 8 a 15 anos. Ele permanece à disposição da Justiça, aguardando as próximas etapas do processo judicial.

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