Medo da volta da família Bolsonaro ao Planalto lidera pesquisa de opinião nacional
Medo da volta da família Bolsonaro lidera pesquisa nacional

Medo da volta da família Bolsonaro ao Planalto lidera pesquisa de opinião nacional

A possibilidade de o Brasil ter novamente um integrante da família Bolsonaro no Palácio do Planalto é atualmente o fator que mais amedronta o eleitorado, conforme revela a nova rodada da pesquisa Genial Quaest. O temor em relação à continuidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no governo também é elevado, mas apresenta um patamar ligeiramente inferior ao gerado pela candidatura do senador Flávio Bolsonaro.

Dados detalhados da pesquisa Quaest

De acordo com os resultados divulgados pela Quaest, 44% dos entrevistados afirmam que a volta da família Bolsonaro ao Planalto é o que "dá mais medo hoje". Em contrapartida, os eleitores que manifestam receio em relação à reeleição de Lula somam 41% do total. Para 7% do eleitorado, a necessidade de decidir entre essas duas opções é o que mais gera temor no cenário político atual.

Os participantes que não demonstram medo de nenhuma das alternativas representam 4% da amostra, mesmo percentual registrado entre aqueles que optaram por não responder à questão. A pesquisa foi realizada com 2.004 entrevistados entre os dias 5 e 9 de fevereiro, apresentando margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

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Impacto político da rejeição ao clã Bolsonaro

Essa ampla rejeição ao clã Bolsonaro, manifesta claramente através do medo expresso pelo eleitorado, é um elemento que fortalece a estratégia do Partido dos Trabalhadores. A legenda acredita que pode, efetivamente, viabilizar a reeleição de Lula para um quarto mandato presidencial, mesmo diante dos diversos escândalos de corrupção, desvios em estatais e gastos públicos descontrolados que têm marcado a administração federal.

A pesquisa evidencia um cenário político polarizado, onde as percepções de risco associadas às principais figuras da oposição e do governo atual dividem a opinião pública brasileira de maneira quase equilibrada, mas com leve vantagem para o temor em relação ao retorno da família Bolsonaro ao centro do poder executivo.

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