Rússia lança maior ataque contra a Ucrânia: 22 mortos em bombardeio maciço
Rússia lança maior ataque contra a Ucrânia: 22 mortos

A Rússia lançou o maior ataque contra a Ucrânia desde o início do conflito, após um breve cessar-fogo no fim de semana. O balanço de vítimas é trágico: 22 pessoas morreram, e dezenas ficaram feridas. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou que Moscou disparou mais de 1,5 mil drones e diversos mísseis em pouco mais de 24 horas.

Defesas aéreas ucranianas abatem a maioria dos drones

As forças de defesa aérea da Ucrânia conseguiram abater a maior parte dos drones russos, mas os que escaparam causaram destruição e mortes. Em um bairro residencial de Kiev, equipes de resgate trabalharam incansavelmente nos escombros de um prédio desabado, em busca de desaparecidos. Moradores relataram cenas de desespero.

“Havia pessoas lá, crianças. Um prédio inteiro desabou”, contou uma moradora, emocionada. Um sobrevivente ferido descreveu o impacto: “A onda de choque me arremessou para longe”.

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Míssil não explodido dentro de apartamento

Em outro ponto da capital ucraniana, especialistas em explosivos retiraram a ogiva de um míssil que ficou alojada dentro de um apartamento, sem explodir, aumentando o pânico entre os residentes.

Zelensky pede ajuda a Washington e Pequim

Zelensky afirmou que a ofensiva demonstra que o Kremlin não dá sinais de recuo e pediu que Estados Unidos e China usem sua influência para conter Moscou. O Reino Unido anunciou o envio de novos equipamentos de defesa aérea para a Ucrânia.

Ucrânia também ataca território russo

Em resposta, a Ucrânia lançou ataques contra território russo. Moscou afirmou ter destruído centenas de drones ucranianos, mas não informou vítimas ou danos.

Papa critica rearmamento europeu

Em Roma, o Papa Leão XIV fez uma crítica direta ao rearmamento europeu: “Não chamemos de defesa um rearmamento que aumenta as tensões e a insegurança e trai a confiança na diplomacia”. O pontífice também advertiu para o uso de novas tecnologias nas guerras modernas.

O apelo do Vaticano por diplomacia parece cada vez mais distante da realidade no front, enquanto os ataques se multiplicam e o conflito se intensifica.

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