Alerta global: EUA monitoram células iranianas após morte de aiatolá
O governo dos Estados Unidos está em estado de alerta máximo diante de informações que apontam para uma possível mobilização de agentes secretos e "células adormecidas" iranianas em diversas partes do mundo. Segundo reportagem exclusiva da rede de televisão ABC News, Washington interceptou mensagens criptografadas enviadas do Irã para esses grupos, que estariam sendo ativados para promover ataques pontuais em diferentes localidades.
Comunicação interceptada gera preocupação na Casa Branca
A rede de TV norte-americana afirma ter tido acesso a um comunicado interno do governo Trump, enviado a agências de inteligência e segurança, alertando sobre essa movimentação. O documento da Casa Branca indica que as transmissões interceptadas "têm como objetivo ativar ou fornecer instruções a agentes adormecidos pré-posicionados operando fora do país de origem". As mensagens teriam sido enviadas logo após a morte do ex-líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, aumentando ainda mais as tensões entre as duas nações.
Trump promete retaliação desproporcional
Na última segunda-feira (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que seu governo está "muito atento" para verificar se o Irã realmente ativou essas células adormecidas. Em um tom ainda mais ameaçador, Trump advertiu que, caso o Estreito de Ormuz seja fechado pelo governo iraniano, os Estados Unidos responderão com um ataque "20 vezes maior" do que qualquer ação anterior. Essa rota marítima é crucial para o transporte de petróleo no Oriente Médio, e seu bloqueio poderia desencadear uma crise internacional de grandes proporções.
Silêncio do governo iraniano e incertezas globais
Até o momento, o governo iraniano não se manifestou publicamente sobre as acusações feitas pelos Estados Unidos. A ausência de uma resposta oficial aumenta as especulações sobre os reais objetivos de Teerã e sobre a veracidade das informações divulgadas pela ABC News. Especialistas em relações internacionais alertam que essa situação pode agravar ainda mais as já tensas relações entre os dois países, com possíveis repercussões em todo o globo.
Enquanto isso, agências de inteligência norte-americanas continuam monitorando de perto qualquer movimentação suspeita ligada ao Irã, temendo que as células adormecidas possam estar se preparando para ações coordenadas em solo estrangeiro. A comunidade internacional observa com apreensão os desdobramentos dessa crise, que coloca em risco a estabilidade geopolítica em uma das regiões mais sensíveis do mundo.



