Comissão aprova projeto de salão de baile de Trump na Casa Branca, mas obra enfrenta ordem judicial
Salão de baile de Trump na Casa Branca aprovado, mas suspenso por juiz

Comissão federal aprova projeto de salão de baile de Trump na Casa Branca, mas obra é suspensa por ordem judicial

O salão de baile da Casa Branca, uma obra encomendada pelo presidente Donald Trump, recebeu nesta quinta-feira (2) a aprovação final da Comissão Nacional de Planejamento da Capital (NCPC, sigla em inglês). No entanto, o projeto, avaliado em US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 2 bilhões), está envolto em incertezas após uma decisão judicial emitida nesta semana que suspendeu as reformas.

Votação e controvérsias do projeto

A comissão, que conta com vários indicados pelo governo Trump em seu conselho, aprovou o projeto por 8 votos a 1. O objetivo é construir um salão de baile na Ala Leste da Casa Branca, espaço que anteriormente abrigava os escritórios da primeira-dama. Will Scharf, presidente da comissão e aliado político de Trump, afirmou antes da votação que a ordem judicial não afetava a decisão do dia, destacando que a análise do projeto era sua responsabilidade principal.

Trump alega que o custo do salão é financiado por doadores privados, incluindo apoiadores e empresas, e que deseja deixar como legado um espaço capaz de receber pelo menos 1.000 pessoas, substituindo os toldos provisórios usados em recepções de gala no jardim da residência.

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Impacto da ordem judicial e próximos passos

A aprovação da comissão, no entanto, não garante a continuidade imediata das obras. Um juiz federal determinou a suspensão da reforma, argumentando a necessidade de aprovação prévia do Congresso. Scharf ressaltou que o juiz concedeu um adiamento de duas semanas da ordem de paralisação, permitindo que o governo Trump recorra da decisão.

Esta aprovação contrasta com as críticas levantadas por arquitetos e especialistas em patrimônio, que questionam o projeto. A incerteza persiste, pois a comissão não tem poder direto para resolver o impasse legal, deixando o futuro do salão de baile dependente de desdobramentos judiciais e políticos.

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