Prefeito de Cuiabá vincula folga de servidores à convocação de Neymar para Copa do Mundo
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), causou polêmica ao declarar que a liberação de servidores públicos municipais durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 pode estar condicionada à convocação do atacante Neymar. A afirmação foi feita em resposta a questionamentos sobre a possibilidade de conceder folgas nos dias de partidas do Brasil no torneio internacional.
Declaração viraliza e gera debates nas redes sociais
Em vídeo que rapidamente viralizou nas plataformas digitais, Brunini foi direto ao ponto: “Se convocar o Neymar, a gente pensa nisso. Fora isso, não dá, não”. O gestor municipal ainda associou a chance de conquista do título mundial à presença do jogador na equipe, reforçando: “Se ele quiser que a gente libere aqui, tem que chamar o Neymar para, pelo menos, a gente ter a chance de ganhar alguma coisa lá”.
As falas ocorrem em meio a intensas discussões sobre a lista final de convocados para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada conjuntamente por Estados Unidos, México e Canadá. O tema ganhou ainda mais relevância após a Seleção Brasileira vencer a Croácia em amistoso preparatório na última terça-feira, 31 de março, mesmo sem a participação de Neymar.
Contexto da ausência de Neymar e expectativas para o torneio
Desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti ao comando da equipe nacional, o atacante ainda não recebeu nenhuma convocação, alimentando especulações sobre seu futuro na competição. A postura do prefeito de Cuiabá reflete um sentimento comum entre parte da torcida brasileira, que vê em Neymar um elemento crucial para as aspirações de título.
A declaração de Abilio Brunini levanta questões sobre:
- O impacto de decisões esportivas nas políticas públicas municipais.
- A relação entre administração pública e eventos de grande apelo popular.
- A pressão sobre a comissão técnica da Seleção Brasileira quanto às convocações.
Enquanto a preparação para a Copa do Mundo avança, a fala do prefeito continua a repercutir, destacando como o futebol pode influenciar até mesmo a rotina de servidores públicos em cidades brasileiras.



