Da observação de espaços à percepção de silêncios: a gênese de uma nova jornada
Enquanto muitas histórias profissionais se iniciam com um plano meticuloso, a trajetória de Vanessa Sol e Thamires Coutinho nasceu de um incômodo genuíno. Como arquitetas experientes, ambas estavam habituadas a analisar o mundo através da lente dos espaços físicos, mas uma realidade persistente as perturbava profundamente. Elas testemunhavam colegas de extrema competência, desenvolvendo projetos sensíveis e poderosos, cujas narrativas pessoais e profissionais simplesmente não alcançavam o público. Era como se trajetórias brilhantes e repletas de potencial permanecessem à sombra, sem uma voz que as projetasse.
O "cariocar" como filosofia: leveza e calor humano no marketing
Foi desse desejo intenso de dar voz ao invisível e iluminar o que estava oculto que elas decidiram empreender uma revolução pessoal e profissional. Deixaram para trás as pranchetas convencionais e os canteiros de obras, importando para o universo do marketing a leveza característica e o calor humano típicos do Rio de Janeiro. O objetivo estabelecido era aparentemente simples, mas carregado de profundidade: conseguir traduzir com fidelidade o "grão de verdade" intrínseco a cada profissional. A ambição não era se tornar mais uma agência tradicional do mercado; aspiravam ser o olhar cuidadoso de arquitetas dedicadas a cultivar e proteger a imagem de outros arquitetos.
Encontros que transformam: a parceria com a Be House e Be Modu
Em 2024, os caminhos de Vanessa e Thamires se cruzaram decisivamente com os de Flávia Rossetti e sua sócia, Regiane Cortez. Naquele período crucial, elas estavam dando os primeiros passos no sonho de consolidar as marcas Be House e Be Modu, criando uma nova identidade no cenário da arquitetura após enfrentar uma fase de transição particularmente difícil e sensível. Saindo de um ciclo complicado, a necessidade era por um parceiro que não se limitasse a vender uma imagem superficial, mas que fosse capaz de compreender a mensagem profunda e a força resgatada de momentos desafiadores.
"As meninas da Carioca demonstraram uma sensibilidade extraordinária para nos entender. Elas abraçaram completamente o que foi apresentado e conseguiram revelar a essência da Be House e da Be Modu com um cuidado verdadeiramente raro. Transformaram-se em nosso apoio estratégico fundamental, assumindo toda a gestão do marketing e da comunicação visual, o que nos permitiu focar integralmente naquilo que amamos: o desenvolvimento de projetos, o abraço acolhedor da arquitetura e a criação de planejados que oferecem conforto", recordou Flávia Rossetti.
Be Sense: a fusão entre estratégia e narrativa humana
Atualmente, essa parceria frutífera avança para um novo capítulo com o lançamento da Be Sense. Se as "Cariocas" atuam como as estrategistas que zelam pela presença digital e pela identidade visual que chega ao público, a Be Sense constitui o palco onde Flávia Rossetti compartilha histórias reais e autênticas. É nesse espaço que a sensibilidade aguçada delas em decifrar o DNA de uma marca se funde harmoniosamente com a escrita envolvente de Flávia.
"A Be Sense representa o meu bálsamo pessoal, o ambiente onde conto histórias de pessoas que fazem a diferença e que possuem algo íntimo e valioso para transmitir. É uma marca que se recusa a ser editada ou maquiada; ela se apresenta com autenticidade, exatamente como é. E contar com o suporte estratégico das meninas, que compreendem essa necessidade de mergulhar nas profundezas e estabelecer uma conexão visceral, é o elemento que faz tudo brilhar com intensidade", acrescentou Flávia.
Uma indicação que nasce da confiança e do respeito mútuo
"Observar a trajetória de Vanessa e Thamires expandindo-se do Rio de Janeiro para atender clientes em todo o Brasil — e não apenas no âmbito da arquitetura, mas em diversas frentes do mercado — nos enche de um orgulho imenso. Elas internalizaram que marketing genuíno não se trata de aplicar um 'verniz' superficial, mas de buscar e expressar a verdade essencial. Eu, Flávia, indico o trabalho delas de olhos fechados, porque, no cerne da questão, a parceria entre a Be House e as Cariocas fundamenta-se nisso: olhares que se reconhecem e trajetórias que se respeitam. É a prova tangível de que, quando a estratégia adequada encontra uma história real e autêntica, a comunicação transcende a mera propaganda e se transforma, legitimamente, em um encontro humano significativo", concluiu Flávia Rossetti.



