Rede Cidadã auxilia empresas na estruturação do programa Jovem Aprendiz para evitar problemas legais
A organização do programa Jovem Aprendiz tem se tornado cada vez mais estratégica nos departamentos de Recursos Humanos das empresas. Prevista na Lei nº 10.097/2000, a norma exige que empresas com sete ou mais funcionários em funções que demandam formação profissional mantenham entre 5% e 15% de aprendizes, embora atingir essa cota não seja o único requisito. O contrato de aprendizagem combina prática supervisionada com formação teórica obrigatória em entidades habilitadas, e é nesse processo que surgem as principais dúvidas das organizações.
Desafios na implementação do programa
A fiscalização do cumprimento da lei é constante, e empresas podem receber notificações se não cumprirem a cota mínima ou se não conseguirem comprovar que o contrato foi conduzido conforme a finalidade educativa prevista. As falhas mais comuns incluem:
- Foco apenas na admissão do jovem, sem acompanhamento contínuo.
- Ausência de suporte pedagógico regular.
- Documentação incompleta ou desorganizada.
- Desalinhamento entre o setor de RH, gestores e a entidade formadora.
Atuação da Rede Cidadã na Zona da Mata
Em cidades como Juiz de Fora, Ubá, Cataguases, Além Paraíba e região, empresas do comércio, indústria e serviços têm integrado a aprendizagem à gestão de pessoas. A Rede Cidadã apoia essas organizações na estruturação do programa, conduzindo a formação teórica e acompanhando os jovens durante todo o contrato. Com 23 anos de experiência e mais de 150 mil pessoas inseridas no mercado, a entidade desenvolve programas de aprendizagem e estágio em 10 estados, aplicando uma metodologia própria em 92 municípios brasileiros.
Metodologia diferenciada e resultados comprovados
A formação socioemocional é um dos pilares da metodologia da Rede Cidadã, baseada no método reflexivo-vivencial que coloca o participante no centro do aprendizado. Essa abordagem desenvolve competências como comunicação, responsabilidade, trabalho em equipe e postura profissional, enquanto fortalece autoestima, pertencimento e empatia. Práticas como meditação, Comunicação Não Violenta (CNV) e dinâmicas de diálogo são incorporadas para favorecer a resolução de conflitos e a construção de projetos de vida.
Um levantamento da Accenture mostra que entre os jovens que passam por essa formação, 74% permanecem empregados após 12 meses, comparado a 24% no grupo de controle. Isso representa uma taxa de retenção três vezes maior. Além disso, a estrutura do programa inclui soluções como recrutamento gamificado, gestão digital de contratos, ponto focal dedicado, assessoria jurídica especializada e apoio à diversidade e inclusão.
Benefícios para empresas e jovens
Para empresas, tratar a aprendizagem como parte da gestão de pessoas ajuda a manter regularidade e previsibilidade, reduzindo desgastes operacionais. Jaqueline Venancia, do Grupo Bahamas, afirma que a organização traz clareza ao processo: "A aprendizagem exige rotina e acompanhamento. Quando o programa é conduzido de forma clara, o RH consegue organizar melhor o contrato e o jovem entende seu papel". Já Greiciane Rodrigues Lima, contratada como Jovem Aprendiz, relata que o suporte contribuiu para sua adaptação ao ambiente profissional.
Empresas interessadas podem obter consultoria gratuita sobre como estruturar o programa de aprendizagem junto à Rede Cidadã, garantindo conformidade legal e foco na formação dos jovens.



