Ações do Grupo Toky despencam após recuperação judicial; Buriti é acusada
Ações do Grupo Toky despencam; Buriti é acusada de aquisição hostil

Em meio a uma crise financeira, as ações do Grupo Toky, controlador das marcas Tok&Stok e Mobly, sofreram uma queda abrupta de mais de 40% após o pedido de recuperação judicial protocolado nesta terça-feira, 12 de maio de 2026. O movimento ocorre em um cenário de tensão entre a atual administração da companhia e a gestora Buriti Investimentos, que detém 9,74% das ações.

Acusações de aquisição hostil

A gestora Buriti Investimentos foi acusada pela diretoria do Grupo Toky de tentar promover uma aquisição hostil da empresa. No entanto, de acordo com informações apuradas, a Buriti parou de montar posição na companhia em dezembro do ano passado. O movimento de compra de ações foi curto: começou em novembro e terminou no mês seguinte, sem qualquer intenção de assumir o controle.

Estratégia da Buriti

Apesar da oportunidade gerada pela queda das ações, a Buriti não aumentou sua participação no papel. A gestora pagou cerca de 1 real por ação, valor que hoje está avaliado em apenas 17 centavos. Fontes próximas à Buriti afirmam que a tomada de controle não é uma possibilidade e que a gestora não pretende se movimentar para aumentar sua posição.

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O mercado acompanha com atenção os desdobramentos do caso, que envolvem não apenas a saúde financeira do Grupo Toky, mas também as relações entre acionistas e a administração da empresa. A recuperação judicial pode trazer impactos significativos para o futuro das marcas Tok&Stok e Mobly, que enfrentam desafios em um cenário econômico adverso.

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