Schultz projeta vendas de R$ 300 milhões em 2026 após se tornar grupo econômico
Schultz projeta R$ 300 mi em vendas em 2026 como grupo

Schultz se transforma em grupo econômico e mira R$ 300 milhões em vendas para 2026

A empresa Schultz, que está completando quatro décadas de atuação no mercado, anunciou uma significativa transformação em sua estrutura corporativa. A companhia passou a operar oficialmente como um grupo econômico, integrando marcas consolidadas como Schultz Operadora, Schultz Vistos, Vitalcard, TZ Seguros e TZ Systems em um ecossistema unificado.

Crescimento sustentável e projeções ambiciosas

O movimento estratégico ocorre em um momento de forte desempenho financeiro. Em 2025, a Schultz registrou um crescimento expressivo de 13% em relação ao ano anterior, fechando o exercício com vendas superiores a 250 milhões de reais. Impulsionada por esse resultado positivo e pela nova configuração organizacional, a empresa projeta agora ultrapassar a marca de 300 milhões de reais em vendas durante o ano de 2026.

Aroldo Schultz, fundador e presidente do recém-criado Grupo Schultz, enfatizou que a transformação reflete diretamente a trajetória de expansão e diversificação da organização. "Transformar a Schultz em um grupo econômico é o reflexo de nossa trajetória de crescimento e diversificação", declarou o executivo, destacando a maturidade alcançada após 40 anos de mercado.

Autonomia preservada na nova estrutura

Um aspecto crucial da reestruturação é que a formação do grupo econômico não interfere na operação individual de cada uma das marcas integrantes. Segundo informações da empresa, cada unidade de negócio manterá sua autonomia operacional, com capital próprio, estratégias específicas e planos de investimento independentes.

Essa configuração permite que as empresas continuem atendendo seus respectivos setores de forma especializada, enquanto se beneficiam da sinergia e da força institucional proporcionadas pela estrutura de grupo. A integração busca potencializar oportunidades de negócios e otimizar recursos, sem comprometer a identidade e a agência de cada marca no ecossistema.

O setor financeiro e de negócios acompanha com atenção essa evolução corporativa, que exemplifica como empresas familiares e de capital nacional podem se reinventar e escalar suas operações através de modelos organizacionais mais complexos e integrados.