Governo autoriza contratação de 489 profissionais temporários para a Aeronáutica
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) concedeu autorização para que a Aeronáutica realize a contratação de até 489 profissionais por tempo determinado. A medida visa atender necessidades temporárias relacionadas a projetos específicos da força aérea brasileira.
Detalhes da autorização
A autorização foi formalizada através da portaria conjunta MGI/MD nº 7, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026. O documento foi assinado pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e pelo ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.
Perfil das vagas disponíveis
As 489 vagas contemplam diversas funções técnicas, administrativas e operacionais, incluindo:
- Engenheiros de diversas especialidades
- Contadores e profissionais da área financeira
- Técnicos de obras civis e construção
- Operadores de máquinas pesadas
- Motoristas profissionais
- Mecânicos especializados
- Profissionais da área de segurança do trabalho
- Piloto fluvial
- Entre outras ocupações descritas no documento oficial
Destinação dos profissionais
Os profissionais aprovados no processo seletivo terão como principal função apoiar projetos e obras de desenvolvimento de infraestrutura aeroportuária. Essas iniciativas são executadas pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), órgão responsável pela expansão e modernização da malha aeroportuária na região amazônica.
Processo seletivo simplificado
A portaria estabelece um prazo máximo de seis meses, contados a partir da publicação, para que seja divulgado o edital de abertura das inscrições. O recrutamento será realizado através de processo seletivo simplificado, baseado principalmente na análise do currículo profissional dos candidatos.
Aspectos financeiros e remuneração
As despesas relacionadas a essas contratações autorizadas serão de responsabilidade exclusiva do Comando da Aeronáutica, conforme a disponibilidade de orçamento próprio da instituição. A Aeronáutica também terá autonomia para definir os valores de remuneração que serão oferecidos aos profissionais selecionados.
Esta iniciativa representa um esforço do governo federal para fortalecer a capacidade operacional da Aeronáutica em projetos estratégicos de infraestrutura, especialmente na região amazônica, onde a presença de aeroportos adequados é fundamental para o desenvolvimento regional e a soberania nacional.