
Olha, não é exagero nenhum dizer que Belo Horizonte para quando Galo e Cruzeiro se enfrentam. E neste domingo? A coisa vai ser séria. A Polícia Militar não está brincando em serviço — montou um esquema de segurança que é, sem dúvida, um dos mais robustos do ano.
Pense numa operação que envolve centenas de profissionais, estratégias minuciosas e um planejamento que começou dias atrás. Porque clássico mineiro, meu amigo, não é jogo qualquer. É caso de polícia — literalmente.
O que esperar do esquema policial
Números que impressionam: mais de 500 policiais militares serão destacados só para o entorno do Mineirão. Isso sem contar o efetivo dentro do estádio, é claro. A ideia é simples — evitar qualquer tipo de confusão, desde arrastões até brigas entre torcidas.
E tem mais: reforço no patrulhamento nas principais vias de acesso, barreiras em pontos estratégicos e um monitoramento constante através de câmeras. Querem saber de tudo, antes que aconteça.
- Controle de multidão: Dispositivos especiais para evitar aglomerações perigosas e conflitos;
- Área integrada: PM, Bombeiros, Trânsito e até a Defesa Civil atuando de forma coordenada;
- Fiscalização reforçada: Blitze e abordagens preventivas nas imediações do estádio.
Não é à toa. Todo mundo se lembra do que já aconteceu em outros clássicos, né? A PM quer evitar que a história se repita — seja dentro do estádio ou longe dele.
E dentro do Mineirão?
Lá dentro, o esquema também é pesado. Revistas minuciosas, detectores de metal e aquele clima de que nada passa despercebido. Ah, e claro: a separação física entre torcidas, como manda o figurino. Nada de improvisos.
Os organizadores do evento sabem — qualquer deslize pode custar caro. E a torcida? Bem, a torcida espera é futebol. E que vença o melhor — sem confusão, de preferência.
Mas é aquilo: por mais que se planeje, clássico é clássico. Imprevisível por natureza. Resta torcer para que a única guerra seja dentro de campo.