Viviane Araújo fala sobre acolhimento do Salgueiro e emoção de fechar o Carnaval
Viviane Araújo sobre Salgueiro e emoção de fechar Carnaval

Minutos antes de entrar na avenida para o desfile do Salgueiro, a rainha de bateria Viviane Araújo concedeu uma rápida entrevista, expressando suas expectativas e sentimentos sobre a apresentação da escola, que neste ano homenageia a renomada carnavalesca Rosa Magalhães.

O espírito de acolhimento do Salgueiro

Questionada sobre a chegada de novas musas à escola, Viviane Araújo foi enfática ao destacar o caráter inclusivo do Salgueiro. "Salgueiro é isso, a gente agrega, a gente recebe, a gente acolhe", afirmou a artista, reforçando a tradição de integração que marca a agremiação.

Expectativas e emoções antes do desfile

Ao falar sobre o momento que antecedia sua entrada na Sapucaí, Viviane não escondeu a emoção. "O coração segue batendo acelerado após tanto tempo de desfile? Bate acelerado sempre. Esse momento aqui é único, é tão esperado, é maravilhoso", confessou.

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Ela ainda acrescentou: "E é isso, vamos mostrar aqui na Avenida o trabalho que a gente fez durante o ano", demonstrando confiança no resultado dos ensaios e preparativos.

A fantasia e a proposta do carnavalesco

Sobre sua fantasia, que a transformou em uma pirata para o desfile, Viviane revelou entusiasmo com a ideia proposta pelo carnavalesco. "É completamente diferente de tudo que vocês viram", adiantou, explicando seu processo criativo: "Eu acho que é assim, o Carnavalesco que propõe uma ideia do personagem, eu gosto de entrar nisso, me jogar. E aí eu falei sim, topei".

O desafio de fechar o Carnaval

Como escola que tradicionalmente encerra os desfiles do Grupo Especial, o Salgueiro carrega a responsabilidade de finalizar a festa com grande estilo. Viviane Araújo refletiu sobre essa particularidade: "Eu acho que de fato mesmo isso não interfere muito. Mas eu acho que acaba que você fica sendo muito aguardada, a última escola e tal, fechar o Carnaval".

Ela expressou seu desejo para a apresentação: "E eu espero que a gente consiga fazer um desfile bacana e levantar a galera, o Arrastão vindo com a gente, cantando nosso samba". E finalizou: "Isso que deve ser bacana, essa emoção, essa experiência que eu vou viver hoje aqui".

A entrevista, concedida pouco antes da escola entrar na avenida, capturou o misto de nervosismo, expectativa e alegria que caracteriza o Carnaval carioca, especialmente para aqueles que têm a honra de representar suas escolas no maior palco da festa.

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