Fim de Jogo: Cuca deixa o comando do Atlético-MG após apenas oito meses
Atlético-MG anuncia saída do técnico Cuca

E não é que o Galo decidiu cortar pela raiz? Pois é, meus amigos. Nesta terça-feira, o Atlético Mineiro simplesmente soltou a bomba: Cuca não é mais o técnico do clube. Só oito meses depois de uma contratação que parecia promissora, o casamento chegou ao fim — e olha que nem deu tempo de comprar aliança.

A direção do clube, através de um comunicado oficial mais enxuto que tabela do campeonato, confirmou a rescisão contratual. Dizem que foi uma decisão "consensual", mas a gente sabe como é esse baile. Quando o time não vence, alguém tem que pagar o pato — e no futebol, o técnico é sempre o primeiro da fila.

Era uma vez um plano que não deu certo

Lá trás, em julho do ano passado, a chegada de Cuca ao Atlético-MG foi recebida com euforia. Afinal, estamos falando de um técnico com currículo, experiência e uma bagagem que poucos no Brasil podem ostentar. Mas o futebol, ah, o futebol… esse negócio é imprevisível como jogo de botão em cima de mesa bamba.

Os resultados simplesmente não vieram. O time oscilou mais que preço de bitcoin, e a paciência da diretoria — e da torcida — foi se esvaindo como areia entre os dedos. Não deu para segurar.

E agora, José?

Com a saída de Cuca, o Atlético-MG se junta ao crescente clube dos times que estão à procura de um novo comandante. Quem será o próximo? Quem terá a coragem — ou a audácia — de assumir esse timaço que anda meio desengonçado?

Enquanto isso, Cuca volta para a prateleira. Mas duvido que fique muito tempo lá. No Brasil, técnico bom é que nem capim: corta um, nasce outro. E ele ainda tem muito futebol para ensinar.

Uma coisa é certa: o Galo precisa encontrar rapidamente um nome que não apenas comande, mas também inspire. Porque time sem confiança é como carro sem gasolina: pode ser bonito, mas não anda.