
Lembra daquela época em que todo mundo, mas todo mundo mesmo, tentava imitar aquele passo de cowboy hilário? Pois é, o cara por trás da febre mundial Gangnam Style está numa enrascada das grandes. E não é nada engraçado.
Agora, a Agência Nacional de Serviços Fiscais da Coreia do Sul resolveu botar a lupa nas finanças de Park Jae-sang, o famoso PSY. E a coisa tá feia. A investigação, que é séria pra chuchu, aponta uma suposta evasão fiscal que beira os impressionantes 10 bilhões de wons coreanos. Faz as contas aí: é uma baita grana, algo em torno de R$ 36 milhões!
O que exatamente estão apontando?
O cerne da questão, pelo que tá rolando na imprensa local, não é exatamente uma coisa simples. A acusação mais pesada é de que o astro teria classificado despesas pessoais — sim, aquelas que a gente paga do próprio bolso — como custos corporativos da sua empresa de entretenimento, a P Nation. Uma manobra, digamos, bastante criativa (e totalmente ilegal) para reduzir a carga de impostos.
E não para por aí. A lista de supostas artimanhas é longa. A fiscalização encontrou indícios de que ele teria omitido receitas de shows e apresentações, um clássico do gênero 'como não declarar seu ganho'. Fora isso, a investigação também mira supostos empréstimos não registrados e outras transações financeiras que parecem ter sumido dos papéis oficiais. Uma bagunça danada.
Não é a primeira vez
Aqui é que a ficha realmente cai. PSY já tinha uma história prévia com o fisco. Lá em 2007, ele foi condenado — isso mesmo, condenado — por sonegação. Na ocasião, ele teria omititdo algo perto de 4,5 bilhões de wons. O resultado? Uma suspensão da pena, mas uma mancha permanente no seu histórico.
E agora, cair na mesma cilada novamente? Meu amigo, a justiça coreana não é brincadeira. Reincidência nesse tipo de crime é levada extremamente a sério e pode resultar em penas bem mais severas. A gente tá falando de multas astronômicas e, potencialmente, até mesmo tempo atrás das grades. É pra ficar de cabelo em pé.
E o que o PSY diz sobre tudo isso?
Até o momento, o cantor e sua equipe mantêm um silêncio quase absoluto. A estratégia parece ser a de não alimentar o fogo da mídia e lidar com o caso nos bastidores, com seus advogados. A P Nation se limitou a um comunicado padrão, dizendo que "está cooperando totalmente com as autoridades e que se abstém de comentários durante o processo investigativo".
Enquanto isso, os fãs ao redor do mundo torcem — e torcem muito — para que seu ídolo consiga sair dessa. Afinal, quem não quer ver aquele sorriso brincalhão e aquele passinho ridículo de novo? Mas uma coisa é certa: a dança agora é com a receita federal, e os passos são muito mais complicados.