O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou Lucas Gonçalo dos Santos a 20 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato de Renan Sposito Miossi, morto por estrangulamento em 2024. O julgamento, ocorrido nesta quinta-feira (16), também o considerou culpado pelos crimes de ocultação de cadáver e furto.
O crime
O crime aconteceu em abril de 2024. Lucas, que trabalhava como massagista, confessou ter matado Renan, seu cliente. Ele alegou à polícia que estava sob efeito de drogas e "perdeu a cabeça". O laudo confirmou que a morte foi por estrangulamento.
Investigação
A investigação começou após o carro da vítima ser encontrado em Cabreúva (SP). O corpo de Renan foi localizado dias depois, em uma casa que Lucas havia alugado recentemente em Jundiaí. O proprietário do imóvel relatou à polícia que ele e vizinhos sentiram um forte odor vindo da residência, o que levou à descoberta do corpo.
Relação entre vítima e suspeito
O delegado Roberto Souza Camargo, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí, disse na época que Lucas trabalhava como massagista e já tinha prestado serviços a Renan em outras ocasiões. Os dois se conheciam há cerca de 20 dias, de acordo com o suspeito. Ele confessou ter matado a vítima e foi preso temporariamente.
Detalhes da descoberta
O carro da empresa que Renan usava foi encontrado pela Polícia Militar em Cabreúva (SP). O veículo, segundo a PM, havia passado por Jundiaí, por volta das 12h30 do dia 13 de abril de 2024. Segundo a polícia, o imóvel onde o corpo da vítima foi encontrado foi alugado pelo suspeito. O proprietário do imóvel disse à TV TEM que Lucas e a namorada mostraram interesse em alugar a casa no começo de abril. Desde o dia 5, o casal começou a levar objetos pessoais para o imóvel. No sábado (13), ele e vizinhos sentiram um forte odor vindo do imóvel. Na segunda-feira (15), a polícia foi até o local e encontrou o corpo.



