Rede social Rumble volta a funcionar no Brasil após um ano bloqueada por ordem de Moraes
Rumble volta ao Brasil após bloqueio de um ano por ordem de Moraes

Rede social Rumble volta a operar no Brasil após um ano de bloqueio judicial

A rede social Rumble, que estava suspensa no Brasil desde fevereiro de 2025, voltou a funcionar no país nesta terça-feira (2). O acesso foi restabelecido após um ano de bloqueio determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Relatos de usuários indicam que o site já pode ser acessado normalmente, mas as autoridades brasileiras ainda não esclareceram os motivos para a liberação.

Autoridades não se pronunciam sobre a liberação da plataforma

A reportagem procurou o Supremo Tribunal Federal e a Anatel para obter esclarecimentos sobre o caso, mas não houve retorno até o momento. A própria Rumble afirmou que não foi notificada sobre nenhuma alteração no curso do processo judicial que resultou no bloqueio. Integrantes da equipe de defesa da rede social foram informados nesta quinta-feira (5) de que usuários brasileiros estavam conseguindo acessar o site sem impedimentos.

Histórico do conflito entre Rumble e o Supremo Tribunal Federal

O embate da plataforma com o STF começou quando a empresa se recusou a cumprir determinações para retirar do ar perfis acusados pelo tribunal de se envolver em ataques à democracia. Entre os alvos dessas decisões, estava o blogueiro Allan dos Santos. Em fevereiro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio da Rumble no Brasil devido à recusa da companhia em indicar um representante legal no país, o que era exigido pelas autoridades brasileiras.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

A volta da Rumble ao mercado brasileiro levanta questões sobre a regulação de redes sociais e a aplicação de medidas judiciais no ambiente digital. Especialistas destacam que a situação reflete os desafios enfrentados por plataformas internacionais ao operarem em jurisdições com leis específicas, como a brasileira. O caso também pode influenciar futuras discussões sobre liberdade de expressão e controle de conteúdo online no país.

Enquanto isso, usuários comemoram a retomada do acesso, mas permanecem atentos a possíveis novas mudanças. A falta de comunicação oficial das autoridades deixa um vácuo de informações, gerando especulações sobre os próximos passos no processo judicial envolvendo a Rumble e o STF.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar