Mulher morre após ser espancada em briga e buscar hospital quatro vezes em Jacundá, PA
A Polícia Civil do Pará investiga a morte de Dayane Leitão dos Santos, que faleceu na última quarta-feira, 18 de fevereiro, após ser brutalmente espancada durante uma briga no município de Jacundá, localizado na região sudeste do estado. O caso está sendo apurado como lesão corporal seguida de morte, conforme informações oficiais da corporação policial.
Detalhes do crime e investigação
A violenta agressão ocorreu na madrugada da última sexta-feira, 13 de fevereiro, na saída de um estabelecimento comercial situado na Avenida Cristo Rei. Imagens divulgadas pelas autoridades mostram que a jovem sofreu pontapés, teve os cabelos puxados e recebeu fortes impactos na cabeça durante a confusão.
Os suspeitos das agressões já foram identificados e interrogados pela polícia. Um inquérito policial foi instaurado para determinar com precisão a responsabilidade de cada um dos envolvidos no trágico episódio.
Percurso médico e óbito
Após as agressões, Dayane procurou atendimento médico no hospital municipal de Jacundá em quatro ocasiões distintas, entre os dias 13 e 17 de fevereiro. Em três dessas visitas, ela foi medicada e liberada, sem que exames mais aprofundados fossem realizados.
Apenas na quarta e última ida ao hospital, quando já apresentava rosto inchado e dificuldade para falar, um médico solicitou uma tomografia computadorizada. O exame revelou lesões graves no crânio, indicando a gravidade das agressões sofridas.
Infelizmente, Dayane não resistiu aos ferimentos e faleceu na manhã de quarta-feira, 18 de fevereiro. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte, 19 de fevereiro, no cemitério municipal de Jacundá, deixando familiares e a comunidade local em luto.
Contexto e repercussões
Este caso chocante evidencia a violência urbana que assola diversas regiões do país e levanta questões sobre a eficácia dos protocolos de atendimento médico em situações de agressão física. A Polícia Civil segue com as investigações para garantir que a justiça seja feita e os responsáveis sejam devidamente penalizados.
A tragédia serve como um alerta para a necessidade de maior atenção aos sinais de violência doméstica e urbana, além de reforçar a importância de um atendimento médico adequado e oportuno para vítimas de agressões.