Empresária baiana é assassinada pelo companheiro, diretor de presídio, em Aracaju
Empresária assassinada por diretor de presídio em Aracaju

Empresária baiana é assassinada pelo companheiro, diretor de presídio, em Aracaju

A empresária baiana Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros em Aracaju, capital de Sergipe, no último domingo (22). O crime, segundo a Polícia Civil, foi cometido pelo seu companheiro, identificado como Tiago Sóstenes Miranda de Matos, que atua como diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, na Bahia.

Detalhes da vítima e do crime

Flávia Barros, que havia completado 38 anos há apenas uma semana, residia em Paulo Afonso, no norte da Bahia, e era proprietária de uma empresa especializada em soluções financeiras, com foco principal na quitação de dívidas. Além de gerir o negócio, ela estava no 4º período do curso de Direito no Centro Universitário UniRios, que emitiu uma nota lamentando profundamente a sua morte.

Nas redes sociais, Flávia compartilhava frequentemente imagens de viagens, práticas de atividades físicas e momentos com familiares e amigos. Em uma publicação do dia 15 de março, data do seu aniversário, ela escreveu: "Gratidão a Deus por tudo que vivi até aqui e por tudo que ainda está por vir", demonstrando otimismo e gratidão pela vida.

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Investigações e contexto

A Polícia Civil de Sergipe está conduzindo as investigações para apurar os motivos e circunstâncias do crime. Tiago Sóstenes, o suspeito, ocupa um cargo de responsabilidade no sistema prisional, o que adiciona um elemento de gravidade ao caso. As autoridades buscam entender a dinâmica do relacionamento e possíveis antecedentes que possam ter levado ao trágico desfecho.

Este incidente chama a atenção para a violência contra mulheres e a necessidade de medidas de proteção, especialmente em contextos onde figuras públicas estão envolvidas. A comunidade local e os familiares de Flávia estão em choque com a perda, enquanto aguardam mais informações das investigações policiais.

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