Criança de 2 anos encontra bala perdida dentro de casa em Uberlândia, Minas Gerais
Um incidente grave chocou a família de uma menina de apenas 2 anos no bairro Morumbi, em Uberlândia, Minas Gerais. A criança encontrou uma bala perdida dentro da garagem de sua própria residência, após um disparo de arma de fogo ser ouvido nas proximidades. O caso, registrado em boletim de ocorrência no sábado (28), foi confirmado pelo pai da menina, Diego Soares de Oliveira, na segunda-feira (30).
Detalhes do ocorrido e reação da família
De acordo com o relato do pai, a menina estava na garagem junto com a mãe, Daniela Daiane Alcântara Silva, quando ouviram o barulho característico de um tiro. Em seguida, a criança localizou o projétil no chão, próximo a onde estava. Diego explicou que, pela trajetória da bala, ela poderia ter atingido sua esposa, pois seguia na mesma direção em que ela se encontrava.
"De início minha esposa não havia se dado conta do que aconteceu, só depois que minha filha mostrou a bala que a ficha dela caiu. Em seguida, ela ficou bastante preocupada", relembrou o pai, destacando o susto e a preocupação imediata com a segurança da família.
Trajetória do projétil e ações tomadas
A bala perdida, conforme descrito pela mãe da criança, atingiu uma pilastra do portão da residência antes de cair no chão, muito perto da menina. O projétil foi recolhido pelo pai e entregue à Polícia Militar (PM) para análise e investigação. Até o momento da última atualização desta reportagem, não havia informações concretas sobre a origem do disparo ou a identidade do autor.
A Polícia Civil foi contatada para fornecer detalhes sobre as investigações em andamento, mas não respondeu até o fechamento desta matéria. O caso permanece sob apuração, com a esperança da família de que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados.
Impacto emocional e reflexões da família
Diego, pai de três meninas com idades de 6, 3 e 2 anos, revelou que o incidente gerou um forte desejo de mudança de residência. No entanto, ele reconhece as dificuldades práticas de tal decisão e tenta lidar com a situação de forma resignada.
"Quando ocorreu, a vontade foi de ir embora. Porém, para sair seria difícil para nós e, como não foi um caso de ofensa particular, a gente coloca nas mãos de Deus", lamentou. A família agora aguarda esclarecimentos sobre o caso, enquanto enfrenta o medo e a insegurança decorrentes de um evento tão traumático ocorrido dentro do próprio lar.



