Aluna é detida após ameaçar merendeira com faca em escola de Cruzeiro do Sul
Uma mulher de 41 anos foi presa em flagrante na última quinta-feira, dia 9, após ameaçar esfaquear uma merendeira de 35 anos na Escola Valério Caldas de Magalhães, localizada no centro de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. O caso ocorreu por volta das 18h50 e mobilizou a Polícia Militar do estado, que atendeu a uma denúncia de ameaça na unidade de ensino.
Detenção e investigação do incidente violento
Conforme informações da Polícia Militar do Acre, a guarnição do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva foi acionada via Centro de Operações Policiais Militares para atender a ocorrência. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram uma equipe que já fazia rondas pelo centro e estava em contato com a vítima. De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita procurou a funcionária da escola e começou a fazer ameaças diretas, afirmando que a esperaria na saída para esfaqueá-la.
O delegado de Cruzeiro do Sul, Lindomar Ventura, responsável pelo caso, explicou que a vítima assinou um termo de não representação, onde desistiu de processar a suspeita. Após tratativas entre as duas partes envolvidas, a mulher que proferiu as ameaças foi liberada. Apesar disso, ela foi presa em flagrante no momento do incidente e o caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente da cidade.
Antecedentes do conflito e depoimentos das envolvidas
A vítima relatou aos policiais que o conflito entre as duas teria começado após um vínculo anterior de trabalho em um restaurante da cidade. Após ser demitida do estabelecimento, a suspeita passou a responsabilizar a funcionária da escola pelo ocorrido, o que teria provocado o desentendimento e as ameaças subsequentes.
Em seu depoimento, a mulher que proferiu as ameaças negou as acusações e afirmou que queria apenas conversar com a vítima, dizendo que aguardaria ao final do expediente para um diálogo. Durante a vistoria realizada pelos policiais, a suspeita portava uma mochila com materiais escolares, uma garrafa de água e um cordão como objetos pessoais.
Importante destacar que, antes de receber voz de prisão, a mulher foi encaminhada sem o uso de algemas, seguindo os protocolos de segurança. O caso continua sob investigação das autoridades locais, que monitoram a situação para evitar novos incidentes.
Este episódio de violência em ambiente escolar levanta questões sobre segurança nas instituições de ensino e a resolução de conflitos interpessoais na comunidade de Cruzeiro do Sul. As autoridades reforçam a importância de denúncias e medidas preventivas para garantir a segurança de funcionários e alunos.



