Piloto condenado por tráfico internacional de drogas é preso em Goiânia após condenação de quase 10 anos
O piloto de avião Lucas de Oliveira Penha foi preso pela Polícia Militar em Goiânia, no setor Sul, em um cumprimento de mandado de prisão por tráfico internacional de drogas. Segundo informações policiais, ele havia sido condenado a quase 10 anos pelo Tribunal Regional Federal de Tocantins, com a prisão ocorrendo no dia 13 de fevereiro.
Operação policial e localização do suspeito
De acordo com os militares, a equipe de inteligência localizou o veículo de Lucas, que informou trabalhar como motorista de aplicativo. Ao verificar o nome do suspeito no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça, os policiais encontraram um mandado de prisão em aberto contra ele por uma condenação por tráfico internacional de drogas.
Lucas passou por audiência de custódia e está preso na Casa de Prisão Provisória - Aparecida de Goiânia. A defesa do piloto foi contatada, mas ainda não se manifestou sobre o caso.
Detalhes da condenação e histórico do crime
A ação penal contra Lucas ajuizada pelo Ministério Público Federal é de 2018. Segundo a denúncia, ele foi preso naquele ano em Formoso do Araguaia, no Tocantins, quando transportava cerca de 283 kg de cocaína em uma aeronave com outro suspeito.
Em decisão de 2024, Lucas foi condenado a 9 anos e 7 meses de reclusão em regime fechado e 650 dias-multa. Ele respondeu por tráfico internacional de drogas e atentado contra a segurança do transporte marítimo, fluvial e aéreo.
Recursos jurídicos e situação atual
A defesa interpôs um recurso especial que foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça, e o trânsito em julgado ocorreu em junho do ano passado. Segundo documentação do Tribunal Regional Federal, ele manifestou interesse em cumprir pena em Goiás, já que sua companheira reside no estado.
O caso destaca a atuação das forças policiais no combate ao tráfico internacional de drogas e a importância dos sistemas de busca de mandados para a efetivação de prisões. A situação permanece sob acompanhamento das autoridades competentes.