A Subsecretaria de Endemias de Tupã divulgou os resultados do 20º ciclo de monitoramento das ovitrampas, armadilhas empregadas para rastrear a presença do mosquito Aedes aegypti no município. O trabalho é executado semanalmente, utilizando 80 armadilhas instaladas em pontos estratégicos da cidade, que são recolhidas e analisadas em laboratório para contagem dos ovos depositados.
Redução significativa
Conforme o relatório, o 20º ciclo registrou uma queda expressiva no número de ovos em comparação ao ciclo anterior. Os dados apontam que a quantidade de ovos caiu de 5.283 para 1.312, uma redução de aproximadamente 75%. Esse resultado evidencia a eficácia das medidas de controle e prevenção adotadas no município.
Monitoramento como ferramenta de combate
De acordo com o subsecretário de Endemias, Marco Antônio de Barros, o monitoramento contínuo é essencial para orientar as estratégias de combate ao mosquito. As informações obtidas permitem identificar com precisão as áreas de maior incidência e direcionar as ações de forma mais eficiente, otimizando os recursos e potencializando os resultados.
O sistema de ovitrampas consiste em armadilhas que simulam criadouros naturais do mosquito, atraindo as fêmeas para depositar seus ovos. Após a coleta, os ovos são contados em laboratório, gerando um mapa de calor que indica as regiões com maior atividade do vetor. Com base nesses dados, a Subsecretaria planeja intervenções localizadas, como mutirões de limpeza e aplicação de larvicidas.
Resultados positivos
A redução expressiva no 20º ciclo reforça a importância do monitoramento sistemático para o controle do Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. A Prefeitura de Tupã destaca que o trabalho contínuo das equipes de endemias, aliado à participação da população na eliminação de criadouros, tem sido fundamental para os avanços obtidos.
O próximo ciclo de monitoramento já está em andamento, e os resultados serão divulgados nas próximas semanas. A Subsecretaria de Endemias reforça a necessidade de manter as medidas preventivas em todas as regiões da cidade, especialmente durante o período chuvoso, quando a proliferação do mosquito tende a aumentar.



