Pindamonhangaba lidera ranking de qualidade de vida no Vale do Paraíba e região bragantina
Pindamonhangaba é a cidade do Vale do Paraíba e região bragantina com melhores condições de qualidade de vida para os moradores, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. A classificação traça um diagnóstico da qualidade de vida nos municípios brasileiros e avalia um conjunto de indicadores sociais e ambientais divididos em três grandes eixos: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. As notas variam de 0 a 100 e, quanto maior a pontuação, melhores são as condições de vida da população.
O estudo avaliou os 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais, divididos em áreas como saúde, segurança, moradia, educação, inclusão social e qualidade do meio ambiente. Na região, foram analisadas 46 cidades. Pindamonhangaba aparece como o município mais bem colocado do Vale e região bragantina, com índice de 68,9; enquanto Queluz teve a menor pontuação regional, com 59,2.
Top 10 regional
Entre os municípios da região com melhores desempenhos no ranking aparecem ainda: 2º lugar Bragança Paulista (68,49), 3º lugar São José dos Campos (68,31), 4º lugar Jambeiro (67,43), 5º lugar Lavrinhas (67,41), 6º lugar Cachoeira Paulista (67,29), 7º lugar Taubaté (67,10), 8º lugar Jacareí (66,70), 9º Bom Jesus dos Perdões (66,04), e 10º, fechando o top 10 regional, está Bananal (65,75).
Piores índices
Já entre os índices mais baixos, além de Queluz (59,20), estão: 45º lugar Redenção da Serra (59,69), 44º Nazaré Paulista (59,87), 43º São Luiz do Paraitinga (59,94), 42º Natividade da Serra (59,97), 41º Ubatuba (60,31), e 40º Lagoinha (60,96).
Ranking completo das 46 cidades
- Pindamonhangaba - 68,90 (ano passado estava em 2º lugar)
- Bragança Paulista - 68,49 (ano passado estava em 3º lugar)
- São José dos Campos - 68,31 (ano passado estava em 1º lugar)
- Jambeiro - 67,43
- Lavrinhas - 67,41
- Cachoeira Paulista - 67,29
- Taubaté - 67,10
- Jacareí - 66,70
- Bom Jesus dos Perdões - 66,04
- Bananal - 65,75
- São Bento do Sapucaí - 65,75
- Campos do Jordão - 65,52
- Caçapava - 65,44
- Guaratinguetá - 65,30
- Tremembé - 64,88
- Ilhabela - 64,78
- Piracaia - 64,62
- Lorena - 64,52
- Canas - 64,17
- Aparecida - 63,99
- Arapeí - 63,97
- Atibaia - 63,90
- Paraibuna - 63,71
- São Sebastião - 63,60
- Caraguatatuba - 63,24
- Roseira - 63,16
- São José do Barreiro - 63,01
- Joanópolis - 62,91
- Monteiro Lobato - 62,79
- Cruzeiro - 62,53
- Silveiras - 62,48
- Vargem - 62,35
- Santo Antônio do Pinhal - 62,28
- Igaratá - 61,96
- Santa Branca - 61,89
- Areias - 61,79
- Cunha - 61,64
- Piquete - 61,60
- Potim - 61,35
- Lagoinha - 60,96
- Ubatuba - 60,31
- Natividade da Serra - 59,97
- São Luiz do Paraitinga - 59,94
- Nazaré Paulista - 59,87
- Redenção da Serra - 59,69
- Queluz - 59,20
O que mede o IPS
O IPS mede a qualidade de vida da população e busca avaliar se os moradores conseguem acessar serviços e direitos básicos. Diferentemente do PIB, o índice não considera apenas a riqueza produzida pelas cidades. Segundo o levantamento, os indicadores são divididos em três grandes dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. Entre os fatores analisados estão acesso a saneamento, moradia, atendimento médico, educação, internet, preservação ambiental, inclusão social e acesso ao ensino superior.
Cenário nacional
No cenário nacional, Gavião Peixoto (SP) liderou o ranking pelo terceiro ano seguido, com 73,10 pontos. Já Uiramutã (RR) apareceu na última colocação, com 42,44 pontos. O estudo é desenvolvido pelo Imazon em parceria com outras organizações e utiliza dados públicos de instituições como IBGE, DataSUS, Inep e MapBiomas.



