As escolas municipais de Goiânia paralisaram as aulas nesta terça-feira (12), em greve organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego). A presidente em exercício do sindicato, Ludymilla Morais, informou que cerca de 50 escolas devem aderir totalmente à paralisação, enquanto outras 50 atenderão parcialmente. "Não vamos trabalhar com o termo fechada. Porque a secretaria de todas as unidades estarão abertas para atender a comunidade", declarou a presidente do Sintego.
O g1 tentou contato com a Secretaria Municipal de Educação (SME) para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Os trabalhadores da rede municipal de Educação de Goiânia decidiram iniciar a greve em assembleia geral do SINTEGO na quinta-feira (7). A presidente do sindicato informou ao g1 que cerca de quatro mil trabalhadores aderiram à greve. Com a paralisação, aproximadamente 23 mil alunos serão impactados.
Reivindicações
De acordo com o anúncio da greve pelo Sintego, entre as principais reivindicações estão:
- Plano de carreira dos administrativos;
- Pagamento das progressões de carreira;
- Reajuste do piso salarial dos professores;
- Pagamento da data-base dos administrativos;
- Aplicação do descongela (Lei nº 226/26), do enquadramento (Lei nº 15.326/26) e outros pontos de pauta.
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