Atirador tenta invadir jantar de gala para assassinar Trump e autoridades dos EUA
Atirador tenta invadir jantar de gala para assassinar Trump

Um jantar que reunia jornalistas e autoridades em Washington terminou em pânico após um homem armado tentar invadir o local para atacar o presidente Donald Trump. O incidente ocorreu no sábado (25), durante o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que contava com cerca de 2.500 pessoas.

O ataque

Disparos foram ouvidos do lado de fora do salão, e agentes do Serviço Secreto entraram rapidamente, ordenando que os presentes se abaixassem e iniciando a retirada das principais autoridades. Trump e a primeira-dama foram levados ao chão por seguranças antes de serem escoltados para fora. O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi detido dentro do hotel. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas. Um agente federal foi atingido, mas não se feriu graças ao colete à prova de balas.

Histórico de ataques

Trump afirmou que essa não foi a primeira vez que enfrentou situação semelhante. Nos últimos dois anos, ele já foi alvo de outras tentativas de ataque, incluindo um atentado durante um comício em 2024, quando foi atingido de raspão por um tiro. O episódio remete à tentativa de assassinato do presidente Ronald Reagan em 1981, que ocorreu no mesmo hotel. Reagan foi baleado ao deixar o local e sobreviveu após atendimento de emergência.

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Falhas na segurança

A invasão expôs falhas no esquema de segurança do evento. Convidados relataram que não houve revista na entrada principal do hotel, e o controle mais rigoroso acontecia apenas em um andar intermediário, por onde o atirador passou. Após o incidente, o jantar foi cancelado e o prédio evacuado. Trump afirmou que pretende remarcar o evento em breve e declarou que não quer que o ataque impeça a continuidade da tradição.

Contexto histórico

Criado em 1921, o jantar dos correspondentes é um dos eventos mais simbólicos da política americana, reunindo presidentes, jornalistas e membros do governo em celebração à liberdade de imprensa. O histórico de episódios como os de Reagan e, agora, de Trump, reforça os desafios de segurança mesmo em ocasiões consideradas de alto controle institucional.

De acordo com a imprensa americana, o suspeito enviou um manifesto à família pouco antes do ataque, no qual zombava da falta de segurança do hotel. As autoridades afirmam que ele agiu sozinho.

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