
O mundo dos negócios nunca foi tão dinâmico — e o Brasil, pasmem, está criando alguns dos maiores nomes do cenário tecnológico global. A Forbes acaba de divulgar sua lista mais recente, e olha só: cinco brasileiros (ou com forte ligação por aqui) aparecem com fortunas que beiram o surreal.
Não é exagero dizer que estamos diante de mentes que transformaram ideias em impérios. E o melhor? A maioria deles começou com pouco mais que um notebook e uma dose cavalar de ousadia.
Quem são esses gigantes?
Logo no topo, é claro, está Eduardo Saverin. O cofundador do Facebook — sim, aquele que Mark Zuckerberg não deixa a gente esquecer — figura com uma fortuna estimada em US$ 21,4 bilhões. O homem saiu do Brasil ainda jovem, mas manteve o DNA inovador que por aqui ficou.
Não muito atrás, e talvez uma surpresa para muitos, David Vélez do Nubank. Ele aparece com US$ 11,2 bilhões. Um colombiano? Sim. Mas construiu seu unicórnio fintech aterrissando firme em solo brasileiro. E que impacto!
Logo em seguida…
- Gastão Botelho e Carlos Alberto da Silva, da Totvs — US$ 2,1 bilhões cada. Dois nomes que provam que software nacional tem valor, e muito.
- Geraldo Thomaz, da StoneCo, fechando o pódio com US$ 1,9 bilhão. Mais uma prova de que inovação no pagamento digital é mina de ouro.
Parece que o segredo não é só ter uma ideia genial, mas persistir nela com unhas e dentes. E talvez um timing impecável.
Não é só dinheiro — é legado
O que me impressiona, sinceramente, não é apenas o número na conta bancária. É a maneira como esses caras revolucionaram setores inteiros. O Nubank desafiou bancões tradicionais. A Totvs modernizou a gestão de milhares empresas. A StoneCo facilitou a vida de pequenos comerciantes.
E o Saverin? Bem, ele ajudou a conectar o mundo todo. Nada mal, né?
É uma mistura de visão, resiliência e, vamos combinar, uma pitada de sorte. Mas sorte sem trabalho duro é só esperança vazia.
E aí, será que o próximo nome da lista está lendo este texto? Quem sabe… O ecossistema de startups brasileiro não para de crescer. Pode ser que daqui a alguns anos a gente veja novos rostos nessa relação.
Fica a dica: invista em conhecimento, arrisque com inteligência e — por que não? — sonhe grande. O futuro tecnológico do Brasil promete, e muito.