Familiares e amigos do jornalista Erlan Bastos prestaram uma última homenagem ao profissional durante o sepultamento realizado na manhã deste domingo (18). Bastos faleceu aos 32 anos vítima de uma forma rara de tuberculose, a tuberculose peritoneal. A cerimônia aconteceu no Cemitério São Judas Tadeu, localizado no bairro São João, na Zona Leste de Teresina.
Despedida emocionante com roda de oração
A cerimônia de despedida teve início às 9 horas e durou aproximadamente 15 minutos. De acordo com informações, os presentes se reuniram ao redor do túmulo para um momento de oração em voz baixa. O ato foi finalizado com uma salva de aplausos em homenagem à memória do jornalista. Erlan Bastos deixou a mãe, os irmãos e o marido.
Trajetória interrompida por doença rara
O jornalista faleceu na manhã de sábado (17) no Hospital Natan Portella, em Teresina. A causa da morte foi a tuberculose peritoneal, uma manifestação extrapulmonar da doença. Este tipo de tuberculose não afeta os pulmões, mas provoca uma inflamação no peritônio, membrana que reveste a cavidade abdominal.
Um episódio marcante ocorreu em dezembro de 2025, quando Erlan passou mal durante a transmissão ao vivo do programa que apresentava em uma emissora do Amapá. Na ocasião, ele foi levado ao Hospital de Emergência de Macapá após sentir fortes dores no peito e no abdômen, além de apresentar fraqueza e suor frio.
Últimas homenagens ao profissional
Antes do sepultamento, o corpo de Erlan Bastos foi velado durante todo o sábado na funerária Pax União, situada na região Centro-Sul da capital piauiense. A morte do jovem jornalista, conhecido por seu trabalho e determinação, comoveu colegas de profissão e o público que acompanhava seu trabalho.
A tuberculose peritoneal, responsável por sua morte, é considerada uma forma incomum da doença, o que destaca a gravidade e a complexidade do quadro de saúde enfrentado por Erlan. O caso traz à tona discussões sobre o diagnóstico e tratamento de variações menos conhecidas de doenças tradicionais.