Saiba como renegociar dívidas e sair do vermelho em 2026
Renegocie dívidas e saia do vermelho

Em março, o Brasil registrou 83 milhões de inadimplentes, com dívidas que ultrapassam R$ 500 bilhões. O cartão de crédito é a principal causa desses débitos. Para ajudar os brasileiros a organizar a vida financeira, especialistas destacam passos fundamentais para sair das dívidas e evitar que a situação se agrave.

Entenda sua renda

O primeiro passo é compreender detalhadamente a sua renda, pois as dívidas serão pagas com ela. Organize as contas registrando todas as despesas fixas, os ganhos mensais e separe um valor específico para a quitação de inadimplências. Dessa forma, é possível manter um controle preciso de quanto entra e quanto sai no orçamento familiar.

Crie um limite de pagamento

Após entender as próprias dívidas e a realidade financeira, calcule o quanto você pode pagar a cada mês e programe a quitação das parcelas. Reduza gastos desnecessários e busque a melhor forma de administrar o dinheiro disponível. Considere imprevistos e crie uma reserva de emergência. O mais importante é ter em mente um valor estimado que não comprometa o orçamento mensal.

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Negocie a dívida do cartão de crédito

As dívidas do cartão de crédito estão entre as mais perigosas, pois os juros para quem não paga a fatura inteira chegam a 370% ao ano, segundo o Banco Central. Para escapar desses valores elevados, evite pagar apenas o mínimo da fatura. Os juros são altos e, no mês seguinte, a conta incluirá o valor não pago somado aos juros e às novas compras. Entre em contato com o banco e negocie uma taxa mais baixa que a de atraso do boleto.

Cuidado com fraudes

Ao tentar limpar o nome ou aliviar as dívidas, fique atento a possíveis tentativas de fraude. Ao ser abordado para renegociação de parcelas, observe alguns pontos: não forneça dados pessoais e desconfie de ofertas muito atraentes recebidas por e-mail ou telefone. Negocie dívidas negativadas ou contas atrasadas diretamente com o credor. Não pague boletos enviados em nome da Serasa ou de qualquer outra empresa sem ter solicitado o serviço.

Fonte: R7 e Serasa.

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