O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), que lidera com ampla vantagem as intenções de voto para o governo de Minas Gerais e passou a ser especulado como possível candidato à Presidência da República pelo seu partido, fez uma publicação nas redes sociais para afirmar que seria um “bom governador”, caso eleito. A mensagem, elaborada como resposta a seus oponentes, visa contrapor um discurso repetido por muitos: que ele não teria experiência suficiente e que não estaria preparado para governar o segundo maior colégio eleitoral do país.
Resposta de Cleitinho aos críticos
Em sua publicação, Cleitinho afirmou: “'O Cleitinho não está preparado para ser governador': isso é uma das desculpas esfarrapadas que a classe política quer falar para você. O Ranking dos Políticos me mostrou como o terceiro senador mais bem avaliado do Brasil nesta legislatura. Entre os senadores de Minas Gerais, eu fico em primeiro lugar. Entre todos os parlamentares de Minas Gerais, 53 deputados federais e três senadores, eu fico como o melhor. Isso é uma desculpa esfarrapada, ficar falando que eu não estou preparado e que eu não tenho perfil para ser do Executivo. Tudo o que a minha função como Legislativo me mandou fazer como senador, de fiscalizar e legislar, está aqui o ranking dos políticos, mostrando para toda a população”.
Cenário eleitoral e especulações
Atualmente, Cleitinho lidera as intenções de voto em Minas, mas ainda não confirmou se será candidato. Ao mesmo tempo, com a queda de intenções de voto no senador e em Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a Presidência na disputa contra Lula, em razão da revelação de conversas dele com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Cleitinho passou a ser citado por Marcos Pereira, presidente do Republicanos, como opção possível para disputar o comando do governo federal. Questionado por jornalistas, Cleitinho não descarta nenhuma possibilidade para 2026. Com mais quatro anos como senador garantidos pela Constituição, ele pode não ser candidato a nada, disputar o governo de Minas e até ir para a corrida nacional. Para a revista VEJA, ele afirma que só vai se decidir entre junho e julho.



