
E aí, o Maranhão pegou fogo essa semana — literalmente. Depois de dias de protestos que paralisaram ruas e avenidas, com motoristas de aplicativo dando um verdadeiro show de insatisfação, o governo estadual resolveu agir. E que ação!
Numa jogada que pegou todo mundo de surpresa — ou nem tanto —, anunciaram a troca no comando geral da Polícia Militar. Sim, você leu certo: o topo da hierarquia policial balançou.
O estopim da crise
Os motoristas por aplicativo cansaram. Cansaram de promessas não cumpridas, de insegurança nas ruas, de diálogo que não virava ação. E foram pra rua. Bloquearam vias, queimaram pneus, fizeram aquele rebuliço que não dá pra ignorar.
E olha, não era pouco não. A coisa ficou feia, e a pressão subiu que nem mercúrio no calor de São Luís.
A resposta do governo
O governador Flávio Dino — que já deve estar com os cabelos em pé — não teve muita escolha. Em vez de apenas mandar a PM conter os protestos (o que, convenhamos, já estava rolando), resolveu trocar quem tá no comando.
Entra o coronel Jorge Lauro Mendonça, até então comandante do Corpo de Bombeiros. Sai o coronel Carlos Augusto Gomes, que comandava a PM. Mudança brusca, né? Mas quando a casa tá pegando, não tem tempo pra cerimônia.
E agora, José?
A pergunta que fica é: será que isso acalma os ânimos? Porque trocar o comando é uma coisa — e simbólica, por sinal. Agora, resolver os problemas de fundo que levaram aos protestos… isso é outra história completamente diferente.
Os motoristas querem melhores condições de trabalho, mais segurança e tarifas que cubram seus custos. Não é pedir muito, é? Só que na prática, a coisa enrola.
O novo comandante já chegou dizendo que vai priorizar o diálogo. Tomara que dê certo, porque ninguém aguenta mais ver a cidade parada e todo mundo nervoso.
Enquanto isso, a população fica naquele fogo cruzado: sem transporte, com medo da violência e torcendo pra que alguém — governo, PM, aplicativos — resolva essa bagunça.
O Maranhão merece mais do que crise. Merece solução.