Ministro do STJ pede afastamento de 90 dias após denúncias de assédio sexual
STJ decide afastamento de ministro acusado de assédio sexual

Ministro do STJ solicita licença de 90 dias em meio a denúncias de assédio sexual

O ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, de 68 anos, apresentou um atestado médico psiquiátrico ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira, solicitando seu afastamento do tribunal por um período de 90 dias. A medida ocorre em um contexto de tensão, pois o próprio STJ está programado para decidir, ainda nesta manhã, sobre um possível afastamento cautelar do magistrado.

Denúncias e internação hospitalar

Buzzi, natural de Santa Catarina, enfrenta acusações de assédio sexual feitas por duas mulheres, reveladas recentemente pelo portal Radar. Desde a última quinta-feira, o ministro está internado em um hospital de Brasília, o que intensificou a crise institucional na Corte. O pedido de afastamento, baseado em questões de saúde, é visto por analistas como uma tentativa de influenciar a votação que pode formalizar sua suspensão cautelar.

Contexto do STJ e votação iminente

O STJ, que recentemente sediou o 1º Simpósio sobre Violência Doméstica e Justiça em dezembro de 2025, agora se vê no centro de um caso que envolve alegações graves de conduta inadequada. A decisão desta terça-feira é aguardada com expectativa, pois pode definir o futuro imediato do ministro no tribunal, impactando a imagem e o funcionamento da instituição.

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Especialistas em direito apontam que o afastamento cautelar, se aprovado, serviria para preservar a integridade do processo investigativo e a credibilidade do STJ, enquanto as denúncias são apuradas. A situação destaca desafios contínuos no combate ao assédio sexual em ambientes de alto escalão do poder judiciário brasileiro.

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