Países se unem para reabrir Estreito de Ormuz em meio à tensão global pelo petróleo
Países se unem para reabrir Estreito de Ormuz

Cooperação internacional busca reabertura do Estreito de Ormuz após ataques iranianos

Em um movimento significativo para aliviar as tensões globais, países que anteriormente resistiam em auxiliar os Estados Unidos na reabertura do Estreito de Ormuz mudaram de posição e declararam-se "dispostos a contribuir". A notícia, destacada na página principal do site de VEJA, envolve nações como Alemanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido e Japão, que emitiram um comunicado conjunto exigindo a suspensão imediata e geral dos ataques a infraestruturas civis, especialmente instalações de petróleo e gás.

Ataques ao complexo de Ras Laffan e impacto no mercado

Esta declaração surge após o complexo industrial de Ras Laffan, localizado no Catar e considerado o maior polo de exportação de gás natural liquefeito do mundo, sofrer sucessivos ataques do Irã. Os ataques foram uma resposta direta à ofensiva de Israel contra o campo de Pars Sul, e o direcionamento a instalações de energia fez a cotação do petróleo disparar. O Brent ultrapassou a marca de 119 dólares, com o contrato para maio fechando em alta de 1,18%, a 108 dólares o barril.

Reflexos no Brasil e medidas governamentais

A alta do petróleo já se reflete nos preços dos combustíveis no Brasil, particularmente do diesel, o que pressiona os custos dos fretes e encarece produtos e serviços. Diante do risco de impacto na inflação e da ameaça de greve dos caminhoneiros, o governo anunciou a retirada dos impostos federais sobre o diesel e intensificou a fiscalização do cumprimento da tabela de frete. Wallace Landim, conhecido como Chorão e presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores, afirmou em entrevista que os motoristas aguardam a formalização das medidas antes de decidir por uma paralisação.

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Declarações políticas e eventos recentes

Em um evento com o presidente Lula na capital paulista, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou sua saída do cargo para concorrer ao governo de São Paulo. Durante o mesmo evento, Lula comentou que o momento econômico é bom, mas poderia estar melhor sem a guerra no Irã, fazendo críticas indiretas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele também pediu que os governadores retirem o ICMS dos combustíveis e reclamou do corte da Selic.

Desenvolvimentos no Supremo Tribunal Federal e política estadual

No âmbito judicial, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen, que havia comprado a participação de uma empresa da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. A quebra de sigilo tinha sido aprovada pela CPI do Crime Organizado. Paralelamente, dezoito deputados estaduais de partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB protocolaram uma representação no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo contra a deputada Fabiana Bolsonaro, do PL. Ela se pintou de marrom em um discurso no plenário, prática conhecida como blackface, e fez declarações preconceituosas sobre identidade de gênero. Nas redes sociais, Fabiana Bolsonaro afirmou que suas ações estão sendo distorcidas.

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