A Rússia desferiu seu maior ataque aéreo na Ucrânia desde o início do conflito, lançando mais de 1.560 drones e mísseis contra o território ucraniano entre ontem e hoje. Durante a madrugada, foram identificados 670 drones e 56 mísseis, dos quais as defesas ucranianas conseguiram abater a maior parte. No entanto, os ataques resultaram em pelo menos 11 mortes, principalmente em Kiev e outras cidades.
Detalhes do ataque
As forças russas intensificaram os bombardeios, visando infraestruturas críticas e áreas residenciais. As defesas aéreas ucranianas conseguiram interceptar a maioria dos drones e mísseis, mas os estilhaços e os impactos causaram vítimas fatais e feridos. Equipes de resgate trabalham nos escombros para localizar sobreviventes.
Reações internacionais
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque e pediu que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, discuta o fim do conflito com o líder chinês Xi Jinping. A China, principal parceira econômica e política da Rússia, mantém posição neutra no conflito.
Enquanto isso, líderes mundiais como Trump e Xi Jinping se encontraram em Pequim para discutir questões como a guerra no Irã, comércio, tarifas, inteligência artificial e Taiwan. A reunião ocorre em meio a tensões globais e crises humanitárias.
Impacto humanitário
Além das mortes, o ataque deixou dezenas de feridos e causou danos materiais significativos. Hospitais e escolas foram danificados, agravando a crise humanitária na região. Organizações internacionais pedem cessar-fogo e retomada das negociações de paz.
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