O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, denunciou o sequestro de um cidadão sul-coreano por Israel, classificando a ação como uma violação do direito internacional. Em declaração oficial, Jae-myung afirmou que a apreensão ocorreu em "circunstâncias injustas perante o direito internacional" e que a medida foi excessiva.
Reação do presidente sul-coreano
"A ação de Israel foi excessiva. Passou muito dos limites", declarou o presidente, acrescentando que a maioria dos países europeus gostaria de prender o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. "Nós também devemos fazer nosso próprio julgamento", completou Lee Jae-myung, sem fornecer detalhes sobre as circunstâncias exatas da prisão.
Circunstâncias do incidente
De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul informou que uma embarcação sul-coreana estava atravessando o Estreito de Ormuz. A passagem estaria sendo realizada em cooperação com autoridades iranianas, conforme reportado pela Reuters. Até o momento, não foram esclarecidos os motivos específicos que levaram Israel a realizar o sequestro.
O caso gerou repercussão internacional, com a Coreia do Sul buscando esclarecimentos e exigindo a libertação do cidadão detido. A comunidade internacional acompanha com atenção os desdobramentos, especialmente diante das tensões na região do Oriente Médio.



