A Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta quinta-feira (30) novas imagens que mostram como um atirador tentou invadir um jantar com o presidente Donald Trump, em Washington. O incidente aconteceu no sábado (25), durante um jantar do presidente com jornalistas que cobrem a Casa Branca.
Detalhes do incidente
O atirador, identificado como Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso após a ação. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido. As imagens, divulgadas pela procuradora-geral do Distrito de Colúmbia, Jeanine Pirro, mostram o momento em que Allen atira contra um agente durante a ação. Antes, ele aparece correndo por um detector de metais.
Reação das autoridades
Autoridades americanas afirmam que o agente foi atingido à queima-roupa enquanto o suspeito corria por um ponto de controle de segurança. O agente revidou com cinco disparos, mas o suspeito não foi atingido pelos tiros e acabou caindo após ferir o joelho. Ele foi imobilizado por outros agentes perto da escadaria que leva ao salão onde ocorria o jantar.
De acordo com promotores, Allen tentou invadir o evento com a intenção de assassinar Trump. O caso gerou dúvidas sobre como o agente do Serviço Secreto foi baleado, incluindo a possibilidade de um tiro feito por outro agente. O governo dos EUA nega essa hipótese.
Declarações de Trump
Questionado nesta quinta-feira sobre o disparo, Trump disse: “Disseram que não foi fogo amigo. Não fomos nós”. O presidente também sugeriu que não vai usar colete à prova de balas em eventos públicos. "Não sei se conseguiria lidar com a ideia de parecer 10 quilos mais pesado", disse.
Acusações e consequências
Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime de violência e transporte ilegal de armas e munições através de fronteiras estaduais. Ele ainda não se declarou culpado. As imagens divulgadas mostram o atirador correndo entre agentes do Serviço Secreto, em um momento crítico do ataque.



