Donald Trump anuncia morte de Ali Khamenei em ataque conjunto com Israel
Em uma publicação nas redes sociais neste sábado (28), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, durante um bombardeio realizado em parceria com Israel. O aiatolá, que comandou o país por quase quatro décadas, teria sido alvo de sistemas de inteligência e rastreamento altamente sofisticados, segundo Trump.
Declarações de Trump e reação iraniana
Em sua postagem, Trump descreveu Khamenei como "uma das pessoas mais malignas da História" e afirmou que sua morte representa justiça para o povo iraniano e para vítimas em todo o mundo. Ele destacou que os bombardeios continuarão para alcançar "paz no Oriente Médio e no mundo", incentivando forças de segurança iranianas a se unirem à população.
No entanto, até o momento, o governo do Irã não confirmou a morte. Um porta-voz disse à rede americana ABC News que Khamenei está "bem e seguro", contradizendo as alegações de Trump. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também afirmou haver indícios da morte, citando a destruição de um complexo usado pelo líder supremo.
Detalhes do ataque e retaliação
O ataque conjunto de Estados Unidos e Israel ocorreu na manhã de sábado, resultando em:
- 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana.
- Explosões em Teerã e outras cidades como Isfahan e Qom.
- Mortes de altos funcionários, incluindo o ministro da Defesa e comandantes da Guarda Revolucionária.
Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio, com danos descritos como "mínimos" pelos EUA. O Estreito de Ormuz foi fechado por segurança, afetando rotas de petróleo globais.
Quem era Ali Khamenei
Nascido em 1939 em Mashhad, Khamenei ascendeu ao poder após a revolução islâmica de 1979, tornando-se líder supremo em 1989. Seu governo foi marcado por:
- Repressão a protestos, como a Onda Verde de 2009.
- Hostilidade aos EUA e negação do Estado de Israel.
- Financiamento de grupos extremistas, como Hezbollah e Hamas.
Nos últimos anos, a popularidade do regime caiu devido a crises econômicas e sanções ocidentais, agravadas por ataques anteriores em 2025.
Contexto e implicações
Este evento ocorre em um cenário de tensões crescentes, com Netanyahu fazendo um apelo direto aos iranianos para protestarem contra o regime. A situação permanece volátil, com possíveis escaladas de conflito e impactos na estabilidade regional. A cobertura continua em tempo real, com atualizações sobre desenvolvimentos diplomáticos e militares.
