Trump autorizou operação contra Irã após Netanyahu defender assassinato de Khamenei
Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters revelaram que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou uma operação militar contra o Irã após uma conversa com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Segundo as informações, Netanyahu defendeu o assassinato do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, durante o diálogo que ocorreu aproximadamente 48 horas antes do início das hostilidades no Oriente Médio.
Contexto do conflito internacional
O momento desta conversa é considerado crucial, pois antecedeu diretamente a escalada das tensões entre Israel, Irã e seus aliados na região. As fontes indicam que a defesa de Netanyahu pela eliminação de Khamenei teria influenciado significativamente a decisão de Trump em autorizar ações militares, marcando um ponto de virada na política externa norte-americana em relação ao Irã.
Esta revelação surge em um cenário de intensificação dos conflitos, com relatos recentes de que mísseis lançados pelo Irã atingiram regiões de Israel, causando danos a prédios e carros, além de ferir pelo menos quatro pessoas. Em resposta, Israel anunciou que seguirá com ofensivas no Líbano e no Irã, enquanto os Estados Unidos e Israel continuaram a atacar alvos militares iranianos.
Repercussões e desdobramentos
A situação tem gerado incertezas globais, refletindo-se em mercados financeiros. O preço do petróleo, por exemplo, voltou a subir nesta terça-feira, 24 de março de 2026, após uma queda brusca no dia anterior, com o barril do brent registrando alta de mais de 2%. Especialistas atribuem essa volatilidade às tensões contínuas no Oriente Médio.
Paralelamente, outros líderes internacionais têm se posicionado. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou que seu país não é alvo do Irã, após Teerã disparar mísseis contra uma base militar no Oceano Índico. Enquanto isso, o Banco Central brasileiro destacou que a guerra exige uma política de juros restritiva, conforme ata do Copom.
As ações de Trump e Netanyahu neste contexto destacam a complexidade das relações diplomáticas e militares na região, com potenciais implicações para a segurança global e a estabilidade econômica mundial.



