Os serviços de emergência de Israel informaram nesta terça-feira que 14 pessoas ficaram feridas após novos ataques com mísseis lançados pelo Irã. Entre as vítimas está uma menina de 11 anos que se encontra em estado grave, com ferimentos por estilhaços nos membros, conforme detalhado pelo Magen David Adom (MDA), o serviço equivalente à Cruz Vermelha no país.
Detalhes dos feridos e atendimento médico
As equipes médicas estão prestando atendimento e transferindo os 14 feridos para hospitais. Além da menina de 11 anos, uma mulher de 36 anos e um adolescente de 13 anos também foram feridos por estilhaços. As outras 11 pessoas sofreram ferimentos leves, mas não foram divulgados detalhes específicos sobre os locais exatos atingidos pelos ataques.
Relatos policiais e lançamentos de mísseis
A polícia israelense afirmou ter recebido relatos sobre a queda de destroços de armamentos e munições na região de Tel Aviv e em áreas do centro do país. Entre 6h20 e 9h (horário local), o Exército de Israel detectou três lançamentos de mísseis vindos do Irã, além de outro disparo originado no Iêmen, indicando uma escalada nas tensões regionais.
Contexto do conflito internacional
Desde o início da ofensiva militar de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, Teerã tem respondido com ataques contra território israelense e também contra alvos militares e estratégicos de aliados de Washington no Oriente Médio. Este incidente marca mais um capítulo na crescente instabilidade na região.
Impacto no estreito de Hormuz e preços do petróleo
O estreito de Hormuz, por onde escoa 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, está praticamente fechado desde o início do conflito. Isso tem causado uma disparada no preço do barril mundialmente, afetando a economia global e gerando preocupações sobre a segurança energética.
Em meio a essa crise, há sugestões de que países comprem petróleo dos Estados Unidos ou busquem alternativas no estreito de Hormuz, embora isso seja complicado pelo fechamento da via marítima. A situação continua a evoluir, com autoridades monitorando de perto os desenvolvimentos e os impactos humanitários e econômicos.



