Irã promete retaliar contra alvos econômicos de EUA e Israel após ataque a banco em Teerã
O Exército iraniano emitiu uma declaração contundente nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, afirmando que passará a atacar alvos econômicos dos Estados Unidos e de Israel na região do Oriente Médio. Esta ameaça surge como resposta direta aos relatos de bombardeios ocorridos durante a madrugada, que atingiram um banco iraniano na capital Teerã, resultando em vítimas fatais entre os funcionários.
Comunicado militar autoriza ataques a centros financeiros
Em um comunicado oficial, o comandante operacional do Exército iraniano, Khatam Al Anbiya, declarou que "o inimigo nos deu carta branca para atacarmos centros econômicos e bancos pertencentes aos Estados Unidos e ao regime sionista". Esta afirmação representa uma escalada significativa nas tensões já existentes na região, marcando uma mudança na postura militar iraniana em relação a seus adversários.
Bombardeios noturnos causam mortes em instituição financeira
Segundo informações da imprensa local iraniana, os ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos ocorreram na madrugada de quarta-feira e atingiram diretamente um banco em Teerã. Vários funcionários que trabalhavam "excepcionalmente" para preparar o pagamento de salários perderam a vida no incidente, conforme relatado pelas fontes locais. Testemunhas descreveram colunas de fumaça se elevando do local dos ataques aéreos, próximo à Torre Azadi, no oeste da capital iraniana.
Contexto regional de tensões crescentes
Este episódio ocorre em um momento de crescente instabilidade no Oriente Médio, onde confrontos entre nações têm se intensificado nos últimos anos. A ameaça iraniana de atacar alvos econômicos representa uma nova dimensão no conflito, potencialmente afetando não apenas instalações militares, mas também a infraestrutura financeira e comercial de seus oponentes.
Analistas internacionais observam que esta declaração pode levar a retaliações em cadeia, aumentando o risco de um conflito mais amplo na região. A situação permanece em desenvolvimento, com autoridades de todos os países envolvidos monitorando cuidadosamente os próximos movimentos.
