Rússia lança ataque massivo com 50 mísseis e 300 drones contra Kiev, deixando mortos e feridos
Ataque russo com 50 mísseis e 300 drones atinge Kiev

Rússia desfere ataque massivo contra Kiev com 50 mísseis e 300 drones

Neste domingo, 22 de fevereiro de 2026, a Rússia realizou um dos mais intensos bombardeios desde o início da guerra contra a Ucrânia, lançando 50 mísseis e aproximadamente 300 drones contra a capital Kiev. O ataque resultou em uma morte confirmada e dezenas de feridos, segundo informações preliminares das autoridades locais.

Alvos civis e infraestrutura energética são atingidos

Os sistemas de defesa aérea ucranianos enfrentaram dificuldades para interceptar todos os projéteis, permitindo que vários alvos fossem atingidos. Entre os locais afetados estão instalações civis e pontos estratégicos de abastecimento energético, o que pode agravar a já precária situação de infraestrutura no país.

Testemunhas relatam cenas de pânico e destruição em diversos bairros da capital, com serviços de emergência trabalhando incessantemente para resgatar vítimas e controlar incêndios. "Foi um dos ataques mais violentos que já presenciamos", declarou um morador da região central de Kiev.

Conflito completa quatro anos sem acordo de paz

Este ataque ocorre em um momento simbólico, pois a guerra entre Rússia e Ucrânia completa exatamente quatro anos sem que qualquer avanço significativo nas negociações de paz tenha sido alcançado. As tentativas de mediação internacional, incluindo reuniões em Genebra com representantes russos, ucranianos e americanos, não produziram resultados concretos.

Analistas internacionais destacam que o conflito entrou em uma fase de estagnação perigosa, com ambos os lados intensificando operações militares enquanto as perspectivas diplomáticas permanecem bloqueadas. A Ucrânia, que suspendeu exportações militares após o início da guerra, tem investido pesadamente em sua indústria de defesa, enquanto a Rússia mantém uma postura ofensiva constante.

Impacto humanitário e reações internacionais

O ataque deste domingo reforça as preocupações sobre o crescente custo humanitário do conflito, que já deslocou milhões de pessoas e causou milhares de mortes. Organizações humanitárias alertam para o agravamento das condições de vida na Ucrânia, especialmente durante o inverno, quando o fornecimento de energia se torna crítico.

Enquanto isso, a comunidade internacional observa com apreensão o desenrolar dos eventos. Países europeus têm trabalhado no desenvolvimento de sistemas de defesa aérea de baixo custo para reforçar a segurança coletiva, mas especialistas afirmam que apenas uma solução política poderá encerrar definitivamente o conflito.