GPA contrata A&M para corte de custos de R$ 415 milhões em 2026
GPA contrata consultoria para corte de custos de R$ 415 mi

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) deu um passo decisivo na reestruturação de suas operações. A rede varejista contratou a consultoria especializada A&M Performance, braço da Alvarez & Marsal, para auxiliar em um amplo processo de redução de despesas.

Detalhes do novo plano operacional

Esta movimentação estratégica ocorre em paralelo à apresentação de um novo plano operacional pela companhia, divulgado nas últimas semanas. O plano tem como pilares centrais a redução de investimentos (Capex) e o corte de despesas administrativas.

Para o ano de 2026, a empresa estabeleceu metas financeiras claras. O investimento em capital (Capex) deve ficar na faixa de 300 a 350 milhões de reais. Paralelamente, a meta de economia é ambiciosa: 415 milhões de reais em custos devem ser cortados do orçamento.

O papel da consultoria Alvarez & Marsal

A contratação da A&M Performance não é um evento isolado. Ela representa um suporte técnico de alto nível para a implementação eficaz do novo plano. A Alvarez & Marsal é reconhecida no mercado por seu trabalho em turnarounds e melhorias de desempenho corporativo.

A expectativa é que a consultoria atue em conjunto com a equipe do GPA, identificando oportunidades de ganho de eficiência e otimização de processos em diversas áreas da empresa. O foco será garantir que os cortes necessários sejam feitos de maneira estratégica, minimizando impactos negativos nas operações principais.

Contexto e implicações para o mercado

A decisão do GPA reflete um movimento comum no varejo e em outros setores, especialmente em períodos de pressão econômica ou reavaliação estratégica. A busca por uma estrutura mais enxuta e competitiva é fundamental para a sustentabilidade dos negócios.

O sucesso desta iniciativa será crucial para os resultados financeiros do grupo no próximo ano. A capacidade de reduzir custos significativos, mantendo a qualidade e a eficiência operacional, será observada de perto por investidores e pelo mercado como um todo.

As informações foram divulgadas pela coluna Radar Econômico, do jornalista Pedro Gil, em 7 de janeiro de 2026, com atualização no mesmo dia.