São Paulo lidera geração de empregos formais em fevereiro com 96 mil novas vagas
O estado de São Paulo demonstrou uma robusta performance no mercado de trabalho durante o mês de fevereiro, criando impressionantes 95,9 mil vagas com carteira assinada. Esse número expressivo equivale a uma média diária de aproximadamente 3,4 mil novas oportunidades de emprego formal, conforme dados divulgados pela Fundação Seade, com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Participação nacional e desempenho acumulado
A contribuição de São Paulo para o cenário empregatício do país foi decisiva, respondendo por 37,5% de todas as vagas formais abertas em território nacional no referido mês. No acumulado do bimestre, o estado registrou a criação de 111,6 mil postos de trabalho, enquanto em um período de doze meses, esse número alcançou a marca de 243,6 mil novas contratações. Isso representa 30,1% do total de empregos gerados no Brasil ao longo do ano, consolidando São Paulo como um pilar fundamental na economia nacional.
Salário médio de admissão atinge o maior patamar do país
Além da quantidade, a qualidade das novas vagas também se destacou. São Paulo registrou o maior salário médio de admissão em todo o Brasil, com um valor de R$ 2.593. Esse montante supera em 10,5% a média nacional, indicando uma valorização significativa da mão de obra no estado e refletindo possíveis ganhos em produtividade e especialização dos trabalhadores admitidos.
Setores que mais contrataram
A análise setorial revela que o setor de serviços foi o principal motor das contratações, responsável por 73,9 mil das novas vagas, o que demonstra a vitalidade e a diversificação da economia paulista. Em seguida, a indústria contribuiu com 9,7 mil postos, a construção civil com 9,4 mil e o comércio com 7,1 mil empregos formais. Essa distribuição evidencia uma recuperação equilibrada e multifacetada do mercado de trabalho local.
Os dados reforçam a posição de São Paulo como um epicentro econômico, não apenas pela geração de empregos, mas também pela oferta de remunerações mais atrativas, fatores essenciais para o fortalecimento da economia e a melhoria das condições de vida da população.



