Américo Buaiz Neto: Empresas Só de Lucro Não Constroem Legado — Veja o Que Falta
Buaiz: empresas só de lucro não constroem legado

Não é de hoje que a gente ouve falar em lucro, balanço, dividendos. Mas e o legado? Pois é, essa foi a pergunta que pairou no ar durante o Fórum de Saúde e Longevidade, em Vitória, quando Américo Buaiz Neto — um nome que dispensa apresentações no mundo dos negócios — soltou a bomba: empresa que só corre atrás de dinheiro não deixa história. Não constrói nada que fique.

E olha, ele não veio com papo furado de palestrante motivacional. Trouxe exemplos concretos, cases reais — mostrou como organizações que incorporam propósito ao DNA não só sobrevivem, como prosperam. E não é conversa de “ecochato” não; é estratégia pura. Quem não se adapta, fica pra trás. Simples assim.

Capitalismo do Bem: Modismo ou Necessidade?

Buaiz foi direto: o capitalismo tradicional, aquele do “quanto mais, melhor”, tá com os dias contados. A sociedade — principalmente as novas gerações — cobra mais. Transparência, responsabilidade social, cuidado com o planeta… Isso já não é diferencial; é obrigação. Quem não entendeu, já perdeu espaço.

E não para por aí. Ele destacou que, no cenário atual, a saúde — tanto física quanto mental — virou peça-chave no quebra-cabeça corporativo. Empresas que investem no bem-estar dos colaboradores colhem não só mais produtividade, mas também lealdade. Gente feliz trabalha melhor. Não é rocket science, é humanidade básica.

O Evento Que Parou Vitória

O Fórum não foi só mais um evento na agenda. Reuniu especialistas, gestores, gente grande do setor — todos em busca de respostas pra um mundo pós-pandemia, mais consciente e (por que não?) mais humano. Buaiz roubou a cena, claro. Com uma fala franca, sem rodeios, ele cutucou a plateia com questionamentos incômodos: que tipo de marca sua empresa quer ser? Só mais uma no mercado, ou uma que faz diferença?

E aí, ficou o desafio. Não basta fazer caridade ou plantar árvore pra foto. Tem que integrar valores reais na estratégia, na cultura, no dia a dia. Do contrário, é greenwashing puro — e o público percebe.

No final das contas, a mensagem é clara: lucro é importante, sim. Mas sozinho, é vazio. O que fica mesmo é a contribuição, a mudança, a história. Como ele mesmo finalizou: “Não se lembrarão do seu faturamento. Lembrarão do que você construiu.”

E você, concorda?