Zélia Duncan lança na quinta-feira, 30 de abril, o single 'Agudo grave', amostra inicial do primeiro álbum da artista em cinco anos. A faixa-título, composta em parceria com Lucina, parceira recorrente desde os anos 1990, traz versos que refletem a dualidade sonora: “Sinto agudo e canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”. O álbum completo, também intitulado 'Agudo grave', chega ao mercado fonográfico em 14 de maio, com repertório essencialmente inédito e autoral.
Produção e parcerias
Gravado entre setembro de 2025 e janeiro de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), o disco conta com produção musical de Maria Beraldo. O álbum marca o retorno de Zélia Duncan a um leque amplo de colaboradores, após o disco anterior, 'Pelespírito' (2021), ser inteiramente calcado na parceria com Juliano Holanda. Em 'Agudo grave', a cantora e compositora assina três faixas com Alberto Continentino: 'E aí, IA?', 'Importante' e 'Pontes no ar'. Ná Ozzetti é parceira em 'Meu plano', enquanto Lenine, colaborador da faixa-título do álbum 'Pré-pós-tudo-bossa-band' (2007), coescreve 'Maravilha disforme'. Outras parcerias incluem Maria Beraldo ('Voz'), Pedro Luís ('Olhos de cimento'), Zeca Baleiro ('Calmo') e Juliano Holanda ('Resolvidinho').
Detalhes do lançamento
Editado pelo selo Duncan Discos e distribuído pela The Orchard, o álbum 'Agudo grave' celebra os 45 anos de carreira de Zélia Duncan, iniciada em 1981. O repertório é arrematado por uma regravação de 'Que tal o impossível?' (2010), música do disco póstumo de Itamar Assumpção (1949–2003), compositor recorrente na discografia da artista. A engenharia de som é de Tó Brandileone, a mixagem de Ricardo Mosca e a masterização de Carlos Freitas no estúdio Classic Master (EUA).



