Vicente Jorge Espindola, do Grupo Asa Branca, Assume Vice-Presidência do Conselho da Abert — Uma Jornada de Sucesso
Fundador do Grupo Asa Branca assume vice-presidência da Abert

Quem diria, hein? Aquele menino que começou com uma ideia na cabeça e um microfão na mão hoje está ajudando a ditar os rumos da radiodifusão no país. Vicente Jorge Espindola, um nome que dispensa apresentações no Nordeste — fundador do colossal Grupo Asa Branca — acaba de dar mais um passo gigantesco na carreira.

Nesta quarta-feira (28), em meio a um evento cheio de peso em Brasília, ele assumiu oficialmente a vice-presidência do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). E olha, não foi um passo qualquer. Foi a consolidação de uma trajetória que já dura décadas, construída com suor, programação local e uma conexão visceral com o público.

Não é todo dia que um representante de um grupo com raízes tão fortemente plantadas no interior alcança um posto de tamanha relevância nacional. Isso por si só já é um recado. Um recado de que a força da mídia regional é real, palpável e — vamos combinar — absolutamente necessária.

Uma carreira que fala por si

Vicente não chegou lá por acaso. A história dele se confunde com a própria história da comunicação no Agreste pernambucano. O Grupo Asa Branca, que ele ajudou a fundar, é hoje um império. Não, sério. São 26 emissoras de rádio espalhadas por Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Uma teia de sons e informações que conecta milhões de pessoas.

E vai além: três canais de TV (acho que todo mundo conhece a TV Asa Branca, né?), um portal de notícias que é referência e um monte de outros projetos. Tudo isso nasceu de uma visão. A visão de que comunicação boa é comunicação próxima.

E o que significa esse novo cargo?

Bom, ser vice-presidente do Conselho da Abert não é só um título bonito para colocar no cartão de visitas. É ter assento na mesa onde se discutem as grandes decisões do setor. É ajudar a moldar o futuro do rádio e da TV no Brasil. É defender interesses, pensar em regulamentação, em inovação, e claro, em como manter vivo o veículo que mesmo na era digital ainda é o melhor amigo de quem dirige, cozinha ou trabalha no campo.

Parece clichê, mas é a pura verdade. O rádio resiste. E ter alguém com o chão de fábrica que o Vicente tem — conhecendo a realidade de quem opera uma emissora local — nessa posição, é, no mínimo, revigorante.

A posse aconteceu durante a 70ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da entidade. Cerimônia séria, gente importante de todo o Brasil… mas com um clima de quem reconhece o trabalho de um dos seus.

É isso. Mais um capítulo na brilhante carreira desse comunicador que, diga-se de passagem, parece longe de dar ponto final. O Nordeste — e agora o Brasil — agradece.