Prefeitos disputam atenção de Lula no desfile da Sapucaí com dancinhas e poses
Prefeitos disputam atenção de Lula no Carnaval com dancinhas

Prefeitos do Rio e Niterói disputam atenção de Lula no desfile da Sapucaí

Na noite de domingo, 15 de fevereiro de 2026, a Marquês de Sapucaí foi palco de uma cena política inusitada durante o desfile da Acadêmicos de Niterói. O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, desceu para a pista de desfiles, cercado por um batalhão de fotógrafos, para assistir à apresentação da escola de samba que o homenageava.

Competição pela atenção presidencial

De um lado, estava Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, e do outro, Rodrigo Neves, prefeito de Niterói. Ambos não largaram um minuto do Presidente, posando ao seu lado e até mesmo fazendo dancinhas enquanto a escola passava pela avenida. A cena chamou a atenção pelo comportamento animado dos dois gestores municipais, que pareciam competir para ver quem conseguia mais destaque ao lado de Lula.

O Presidente, por sua vez, assistia a tudo quase o tempo todo de braços cruzados, observando atentamente o desfile e as movimentações ao seu redor. Foi difícil para os espectadores e a imprensa presente determinar qual dos dois prefeitos estava mais eufórico diante da figura do chefe do Executivo federal.

Contexto do evento

O desfile da Acadêmicos de Niterói na noite de domingo foi um dos momentos mais aguardados do Carnaval carioca de 2026, especialmente por ter Lula como grande homenageado. A presença do Presidente na Sapucaí sempre atrai grande atenção midiática e política, transformando o evento em um palco para demonstrações públicas de apoio e proximidade.

Eduardo Paes e Rodrigo Neves, representando duas importantes cidades da região metropolitana do Rio, aproveitaram a oportunidade para reforçar seus vínculos com o governo federal, em um gesto que misturou política e festividade carnavalesca. A cena das dancinhas e poses ao lado de Lula rapidamente se tornou um dos momentos mais comentados da noite, ilustrando como o Carnaval pode servir também como espaço para manifestações políticas e disputas simbólicas de influência.