Casal suspeito de homicídio e tráfico morre em confronto policial em Teresina
Casal morre em confronto com polícia em Teresina

Um confronto entre policiais e suspeitos terminou com duas mortes na tarde de terça-feira (13) em Teresina. Luan Araújo Brito, conhecido como VDL, de 26 anos, e Ariele Pereira dos Santos, a Arlequina, de 24, foram baleados durante uma ação do Batalhão de Policiamento do Interior (Bepi) no bairro Santa Maria da Codipi, na Zona Norte da capital piauiense.

Dupla tinha passagem criminal e mandados de prisão

Segundo informações da Polícia Militar, ambos os indivíduos respondiam por graves crimes e tinham mandados de prisão em aberto. Luan era investigado por homicídio consumado, tentativas de homicídio, tráfico de drogas, receptação e posse irregular de arma de fogo. Ele havia sido preso em fevereiro de 2025 e liberado em outubro do mesmo ano.

Ariele, por sua vez, era investigada por tráfico de drogas e receptação. De acordo com as autoridades, ela era considerada a parceira de Luan na vida criminal. A dupla atuava juntos em uma facção criminosa que operava na região dos residenciais Padre Humberto, Leonel Brizola e Parque Brasil, onde Luan tinha a função de "executor", responsável por ataques.

Confronto fatal e tentativa de socorro

O tiroteio ocorreu durante uma operação policial. Após serem atingidos, Luan e Ariele foram levados às pressas para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Entretanto, os ferimentos foram graves e eles não resistiram, morrendo no local de atendimento médico.

O tenente-coronel Alves, comandante do Bepi, detalhou a atuação criminosa do casal. Ele afirmou que os dois contribuíam para a expansão de uma facção na região e estavam aterrorizando a comunidade de Santa Maria da Codipi, atacando e executando desafetos.

Impacto na segurança da região

A morte dos dois suspeitos representa um ponto de virada nas operações contra o crime organizado naquela área da cidade. A polícia avalia que a dupla era uma peça-chave na dinâmica de violência local, sendo responsável por uma série de ataques. A operação do Bepi foi realizada justamente para cumprir os mandados de prisão que pesavam contra eles.

O caso segue sob investigação para apurar todos os detalhes do confronto. A polícia deve continuar as diligências para desarticular completamente a rede criminosa à qual Luan e Ariele estavam ligados.