Trio é preso após fazer casal de chineses reféns e tentar fuga por telhado em Santos
Trio preso após reféns chineses e fuga por telhado em Santos

Três homens foram presos em flagrante neste sábado (16) em Santos, no litoral de São Paulo, após manterem um casal de chineses refém durante um roubo a residência. Os criminosos tentaram fugir pelos telhados do imóvel, mas foram localizados após um cerco policial.

Detalhes do crime

De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos invadiram a casa localizada na Rua Moema durante a madrugada. Eles confessaram que agiram após serem informados de que as vítimas, de 42 e 46 anos, possuíam um comércio e levavam o dinheiro das vendas para a residência. As informações sobre a rotina do casal foram fornecidas por um quarto suspeito, ainda não identificado.

Durante a ação, os ladrões ameaçaram as vítimas e chegaram a colocar uma arma na boca de uma delas para exigir dinheiro.

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Ação policial

Equipes da Polícia Militar estavam em patrulhamento quando foram acionadas para atender a ocorrência de roubo com retenção de vítimas. Vizinhos informaram que os criminosos haviam fugido pelos telhados. Com isso, algumas viaturas realizaram um cerco, enquanto outras equipes buscaram os suspeitos pelos arredores.

Guilherme Oliveira Santos, de 23 anos, foi encontrado escondido em uma casa vizinha, na Avenida Pedro Lessa, com um revólver e dois celulares. Em seguida, Endrew Luiz Indaui Messias, de 21 anos, foi localizado em outra residência na mesma via. O terceiro criminoso, Renan Galvão Gouvea dos Santos, de 30 anos, foi encontrado sobre uma laje na Rua Comendador Alfaia Rodrigues.

Prisão e reconhecimento

Os presos foram levados para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde foram reconhecidos pelas vítimas. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como tentativa de roubo em residência.

Defesas

A advogada Geórgia Frutuoso, que representa Renan, informou que acompanha o caso e segue analisando integralmente os autos, preservando o devido processo legal, a ampla defesa e a presunção de inocência dos custodiados. O g1 não localizou a defesa dos demais suspeitos até a publicação desta reportagem.

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